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(pt) Italy, anarres info: PONTO DE INFORMAÇÃO ANTI-MILITAR NO MERCADO PIAZZA RACCONIGI (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Fri, 23 Sep 2022 09:44:19 +0300


QUINTA-FEIRA, 15 DE SETEMBRO 10h30 INFO PONTO DE INFORMAÇÃO CURSO ANTIMILITARISTA NO MERCADO RACCONIGI ---- Abaixo está o texto que estamos divulgando: ---- Bilhões para os militares, alto custo de vida e contas disparadas para todos - Itália vai à guerra -- -- No silêncio e indiferença da maioria, no final de julho, o parlamento aprovou o refinanciamento das missões militares no exterior. O foco está na África, onde estão concentradas 18 das 42 missões tricolores, duas a mais que no ano passado. ---- Todos os partidos que hoje se desafiam nas eleições se alinharam para um compromisso de guerra cada vez maior. O custo das missões no exterior aumentou de 1,35 para 1,5 bilhão de euros. Os militares empregados aumentaram de 9.500 para 12.000. ---- Os novos compromissos da OTAN na frente do Leste Europeu vêem a Itália na primeira fila.
As tropas dos Belpaes fazem guerra no Catar, Moçambique, Níger, Líbia, Golfo da Guiné, Estreito de Ormuz, Iraque, no Mediterrâneo e em muitos lugares do planeta.

As missões na África assumem o papel de guerras neocoloniais pelo controle de recursos. A diplomacia militar do governo para defender os enormes lucros da ENI vai da Líbia ao Sahel e ao Golfo da Guiné.
Estas áreas têm importância estratégica para os interesses da ENI. A missão naval no Golfo da Guiné estende-se às águas internacionais entre Nigéria, Gana e Costa do Marfim, onde estão localizados os principais produtores de petróleo africanos.
O objetivo é a proteção de plataformas offshore e plantas de extração.
A retórica da "segurança" e da "luta contra o terrorismo" é justificada pela proteção das populações locais. Populações que são diariamente exploradas, saqueadas e oprimidas por governos cúmplices de multinacionais europeias, asiáticas e americanas.
Este ano, com a perspectiva de interrupção do abastecimento russo, a aposta em África estendeu-se a Moçambique, onde os militares estão a serviço das forças armadas locais na província de Cabo Delgado, palco de uma rebelião popular de que tentar lucrar também com grupos jihadistas. Em frente às costas do país, a ENI descobriu mega-campos de gás, de onde partirão já este Outono os gaseiros com destino a Itália.
Estratégica para a ENI é também a missão no Qatar que, oficialmente em defesa do mundial de futebol, vai além da competição desportiva, integrando-se numa colaboração militar cada vez mais estreita com o petro-emirado. O Catar está se tornando o líder mundial na produção de gás natural liquefeito (GNL). Em 19 de junho, em Doha, a Itália assinou um acordo para a criação de uma joint venture entre a QatarEnergy e a Eni.
As bandeiras tricolores tremulam junto às amarelas com o cão ENI de seis patas. Um longo rastro de sangue, petróleo e gás.
À medida que nossas contas continuam a subir, os lucros das multinacionais de gás e armas só aumentam.
Sinal claro de que os interesses da ENI e de Leonardo, que para o ministro da Defesa Guerini seriam interesses "nacionais", certamente não são os daqueles que lutam para chegar ao fim do mês, daqueles que vivem de empregos precários e não conseguem fazer face ao aumento contínuo da electricidade, do gás, da alimentação...

Entre os objetivos das missões militares italianas está o reforço da frente de guerra contra os viajantes, para levar os migrantes de volta às prisões líbias, onde tortura, estupro e assassinato são um horror normal.
Na Líbia, não só foi confirmada a missão de apoio à Guarda Costeira e Marinha da Líbia, como também foi previsto um reforço do dispositivo aeronaval.

Tente imaginar o quão melhor seria a nossa vida se os bilhões usados para levar homens, mulheres e crianças de volta aos campos de concentração líbios, para garantir os interesses da ENI na África, investir em armamentos, militares nas ruas fossem usados para escola, saúde , transporte.
Tente imaginar acabar com isso, agora mesmo, com o estado, os patrões, os militares, a polícia.
Contam-nos a história de que uma sociedade complexa é ingovernável a partir de baixo enquanto nos afogamos no caos da gestão centralizada e burocrática de escolas, hospitais, transportes.
Construímos assembleias territoriais, espaços, escolas, transportes, clínicas autogestionárias.
Vamos expulsar os militares das ruas, parar a produção e transporte de armas, vamos acabar com todos os exércitos!
Vamos bloquear as missões no exterior, vamos boicotar a ENI! Vamos desertar das urnas!

Assembleia Antimilitarista - Turim
Federação Anarquista de Turim

https://www.anarresinfo.org/punto-info-antimilitarista-al-mercato-di-piazza-racconigi/
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