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(pt) Sicilia Libertaria: GUERRA MUNDIAL (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Mon, 19 Sep 2022 07:38:04 +0300


Com cada vez mais facilidade e frequência falamos da Terceira Guerra Mundial, em andamento ou em andamento. De fato, desde o momento da agressão russa contra a Ucrânia, que evidentemente se revelou um confronto entre os EUA e a Rússia por meio de uma vítima intermediária, o risco de que as tensões e conflitos acumulados entre as três superpotências que pretendem dominar o mundo vai cair em um ponto sem volta, ele é muito sério. Tanto é assim que o outro ponto quente da escaramuça até agora, entre os Estados Unidos e a China, os dois verdadeiros pretendentes segundo todos os observadores para dominar os destinos do mundo nos próximos séculos, está se tornando uma causa aberta de confronto. Nas últimas semanas, Taiwan voltou ao centro das atenções mundiais, o elo fraco em um conflito que poderia eclodir naquela área, sancionando a nova geografia do poder mundial, a supremacia do Indo-Pacífico que relegaria a Europa a uma mera periferia. Assim dizem os estrategistas da geopolítica. Da visita da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, a Taipei, aos contínuos exercícios militares chineses em torno da ilha, às declarações ressentidas de proteção da liberdade e da integridade de ambos os lados, proliferam posições que parecem carentes precipitar a situação a qualquer momento. Em suma, repete-se o padrão que levou à guerra na Ucrânia, em que as partes, ao invés do diálogo, como nos estatutos dos estados contemporâneos deveriam acontecer, lançam acusações mútuas e assumem posições tão rígidas que não saem (do seu ponto de vista de vista) espaço a qualquer mediação. Assim a guerra serviu. Mas o que acabaria se abrindo entre os EUA e a China não seria uma das muitas guerras que foram travadas nas últimas décadas e estão sendo travadas, seria por definição uma guerra mundial. Guerra que aparentemente muitos acreditam que pode ser travada sem risco atômico. Enquanto isso, estejamos perto ou longe de um precipício que deveria nos fazer reagir e trabalhar com todas as nossas forças para preveni-lo, a propaganda está em ação para construir, através da mídia, uma narrativa que faz a guerra e os exércitos parecerem algo necessário. e inevitável. .
Fim da paze o fim da história são as duas teorias, axiomas que não precisam de prova, aos quais políticos, comentaristas e estudiosos recorrem para nos convencer de que o mundo segue um certo caminho e que não há alternativas realistas e praticáveis. O fim da paz parece ter caído sobre nós com a guerra na Ucrânia. Nós, culpados e culpados, gozávamos de mais de setenta anos de paz, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, e não percebíamos que outros - Putin neste caso - estavam se equipando para nos reduzir à escravidão. O despertar nos mergulhou na angústia, mas os governos souberam reagir, mesmo que para os comentaristas mais credenciados ainda não estejam fazendo o suficiente, enviando armas para a Ucrânia, aumentando os gastos militares e fortalecendo os exércitos. Esta é uma das leituras mais populares, creditado como uma verdade indiscutível, enquanto apenas uma rápida olhada no que aconteceu desde o final da Segunda Guerra Mundial nos diz exatamente o contrário. Essa guerra continuou sendo uma das ferramentas privilegiadas que os Estados utilizam para perseguir seus objetivos de dominação, em grande ou pequena escala, tanto internamente quanto nas relações internacionais. Eduardo Galeano em 1998 escrevia que no que se definia a era da paz, a partir de 1945, a guerra havia produzido vinte e dois milhões de mortos!

A outra teoria em voga, o final da história, que já tem algumas décadas de atraso, é talvez mais sutil e funciona ao contrário. Enquanto a paz - inexistente como vimos - é contrabandeada de verdade, o fim da história é uma verdadeira ilusão. O fim da história seria a ideia de que os conflitos deixem de existir - o fim da Guerra Fria neste caso específico - e a humanidade consiga viver em paz. Ora, como a história não pode parar, e pensando que é uma ilusão, segue-se que a guerra, ou melhor, a possibilidade da guerra, não pode ser cancelada, para isso precisamos de exércitos e aparatos de guerra. Essa é a dura realidade à qual devemos nos submeter. História então guerra igual, poder igual, dominação igual. Quem pode se opor à história, à passagem do tempo? Ninguém é tão auto-evidente. Mas a história torna-se assim em necessidade,

Fim da paz e fim da história, como um falso jogo de quebra-cabeça, são o vício em que nos prendem para justificar estados, guerra e poder. Sair dessa jaula mental e ideológica será um primeiro passo para poder fazer da guerra uma abominação, para ser expulso da história.

ANGELO BARBERI

https://www.sicilialibertaria.it/2022/09/07/guerra-mondiale/
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