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(pt) Spaine, CNT #431 - A luta dos trabalhadores na hospitalidade como "menu do dia" pela CNT Aranjuez (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Mon, 12 Sep 2022 09:33:19 +0300


No grupo empresarial Sushi Bambú, dedicado à indústria hoteleira, com restaurante em Aranjuez, despediu um trabalhador, filiado ao sindicato, a 11 de outubro de 2021. O motivo da demissão: motivos disciplinares, que traduzido significa: demitir com falsas acusações, reprimir qualquer tentativa de reivindicar direitos mínimos no trabalho. O principal e único motivo do despedimento foi não ser dócil e submisso às horas eternas, sem pausas nem as correspondentes autorizações e tudo isto através de contratos que reconheciam uma categoria, mas o trabalho desempenhado correspondia a outra categoria superior.
O trabalhador, diante da necessidade de renda, teve que suportar condições de trabalho que nada tinham a ver com o que estava incluído no contrato. Os dias foram alongados até a saída do último cliente, o dinheiro foi feito e o local ficou limpo e pronto para o dia seguinte, dia após dia, acumulando horas extras que, claro, não foram cotadas ou cobradas e descanso abaixo do que está legalmente regulamentado . Essa situação de desgaste físico e mental levou a trabalhadora a sofrer de problemas de ansiedade que a impossibilitaram de realizar o trabalho, levando a uma situação de afastamento médico. Nessa situação, a trabalhadora decidiu que sua saúde vinha em primeiro lugar e para recuperá-la era necessário não apenas tratamento médico, mas também a reivindicação de seus direitos no trabalho, descanso adequado e realizar apenas os trabalhos para os quais havia sido contratada. A colega escreveu uma carta na qual reivindicava todos os direitos não cumpridos pela empresa, para quando voltasse ao trabalho.

A empresa considerou um desafio intolerável para reivindicar direitos e decidiu despedir o trabalhador através de um despedimento disciplinar à la carte, nunca melhor dito: um menu de falsas acusações de violações laborais que levaram à sanção do trabalhador com despedimento.

Assim, os canais sindicais e judiciais foram acionados para combater a demissão, visando a reintegração da companheira. A luta também acontece na rua, com piquetes no restaurante Aranjuez e em outros estabelecimentos do mesmo grupo em Pinto e Valdemoro.

No primeiro piquete, realizado no restaurante onde a companheira trabalhava, o empresário apareceu em tom desafiador, insultando e confrontando os companheiros e companheiras que ali estavam. Estamos vendo com cada vez mais frequência essas manifestações de violência verbal e provocação, e no setor de hospitalidade esse fato é especialmente grave, refletindo a enorme precariedade e falta de organização dos trabalhadores do setor, o que faz com que as normas trabalhistas do setor sejam nada mais do que letra morta, e as ordens dos empresários e empresárias sejam lei.

Em outro dos piquetes realizados em um restaurante, de propriedade do mesmo empresário, mas em outra localidade, constatamos que a violência e as ameaças não partiram do empresário, mas sim de um grupo de jovens nazistas, que recorreram à ameaça de violência e os insultos, para fazer o piquete desistir de sua ação, sem sucesso.

Vemos como nos aproximamos de um cenário cada vez mais perigoso e conflituoso, em que a ascensão da extrema direita, incentivada pelas instituições e pela mídia, está dando frutos.

A organização da classe trabalhadora e sua conscientização é cada vez mais urgente, e o tempo corre contra nós.

Apesar de tudo, continuamos a ter, na hotelaria e em todas as áreas, uma ementa com um só prato: a luta dos trabalhadores.

https://www.cnt.es/noticias/la-lucha-obrera-en-hosteleria-como-menu-del-dia/
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