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(pt) I.F.A.: Não às guerras, não aos imperialismos - Vamos ativar a resistência internacionalista - Moção da Federação Anarquista adotada no 80º congresso em Merlieux em 6 de junho de 2022. (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Thu, 8 Sep 2022 08:33:56 +0300


Afeganistão, Síria, Iêmen, Sudão, Sahel, Birmânia, para citar apenas os exemplos mais recentes... a lista é longa desses confrontos armados, liderados por Estados ou explorados por eles. ---- A OTAN nos é apresentada como uma ferramenta de defesa para as populações ocidentais enquanto representa o braço armado do estado americano em um continente que não é o seu, a Europa, para estender sua influência global econômica, militar e cultural. ---- Seu objetivo não é a defesa de indivíduos e povos, mas a manutenção de uma ordem capitalista e estatal. ---- Não é porque a guerra se tornou particularmente visível para nós na Ucrânia que ela desapareceu no mozde.
Putin e seu regime tirânico invadiram a Ucrânia em fevereiro de 2022, mas o conflito já existia no Donbass e na Crimeia desde 2014. Entre as causas, a nostalgia imperial soviética (se não czarista) pelo poder russo permanece viva. Ela teme não tanto a aproximação dos ucranianos com a União Européia ou a OTAN quanto suas aspirações democráticas de liberdade de expressão e reunião, incorporadas, com ou sem razão, pelo Ocidente.

As guerras também são uma oportunidade para os traficantes de armas na França e em outros lugares obterem lucros e para os beligerantes usarem os corpos das mulheres como campo de batalha (estupro, prostituição etc.) para aniquilar a resistência da população.

As guerras justificam para os Estados o aumento dos orçamentos militares em detrimento dos orçamentos sociais. Eles aceleram a crescente militarização das sociedades, que já estão sujeitas a repressões cada vez mais brutais. As armas que são produzidas sempre se voltam contra nós.

Aproveitando o caos e a desorganização das cadeias produtivas, estados e empresas estão indo bem: especulam sobre os mercados organizando a (às vezes imaginária) escassez de bens para aumentar preços e lucros. Aproveitam para acelerar a transição energética, não a favor de energias alternativas do setor de energia nuclear e/ou hidrocarbonetos de países ditos "amigos" (Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos), sem falar no gás de xisto que os americanos vão vender em massa.

Além disso, após uma intensa destruição, o sistema político e econômico dominante sempre acaba organizando planos de recuperação e reconstrução que beneficiam os poderosos.

Nós anarquistas, sempre hostis ao belicismo e à militarização, estamos preocupados com essa escalada bélica.

Apoiamos as pessoas:
* condenado ao exílio, defendendo seu acolhimento incondicional
* forçados a permanecer em risco de sua dignidade e suas vidas
* confrontados com a difícil situação da escolha das armas;

Apoiamos as mulheres que sofrem a dominação de homens armados e se desfazem de seus corpos (como em todas as guerras), bem como aquelas que permanecem designadas para atender às necessidades de crianças e dependentes.

Saudamos a necessidade de os indivíduos e os povos enfrentarem os agressores (resistência ativa, resistência passiva mediante, em particular, objeção de consciência, deserção, boicote aos escritórios de recrutamento, etc.).

Os anarquistas não esquecem que a forma de resistir condiciona o desfecho dos conflitos e o futuro das sociedades a serem reconstruídas.

https://i-f-a.org/2022/08/29/statement-of-the-federation-anarchiste-on-wars-imperialism-and-internationalist-resistance-june-2022/
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