(pt) Itália, Anarres, 16 de janeiro. ASSEMBLEIA ANTI-MILITAR EM MILÃO (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

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Sábado, 22 de Janeiro de 2022 - 08:20:41 CET


Assembleia Antimilitarista No Laboratório Kasciavit Via S. Faustino 64, Milão 
Domingo 16 de Janeiro às 10 horas ---- A Assembleia Antimilitarista nascida a 9 
de Outubro em Milão reúne-se com um novo compromisso para discutir e preparar as 
novas iniciativas. ---- Após o dia bem sucedido de ampla mobilização em 4 de 
novembro e a marcha de 20 de novembro em Turim contra a reunião Aeroespacial e 
Defesa, é importante estabelecer novos prazos para a luta contra o militarismo em 
todas as suas formas: desde missões militares no exterior até o militares nas 
ruas, da indústria de guerra ao controle de fronteiras.
Abaixo está o comunicado de imprensa emitido pela assembléia em 9 de outubro.
A assembleia antimilitarista que se reuniu em 9 de outubro em Milão contou com 
uma boa participação de dezenas de camaradas de várias localidades. Numerosas 
intervenções analisaram as várias facetas do nosso próprio militarismo e além. A 
vontade de lançar uma ampla campanha antimilitarista que saiba combinar momentos 
de cunho nacional e intervenções capilares nos territórios emergiu de todos.
Expressou-se satisfação pela assunção pelo sindicalismo de base da questão 
antimilitarista na plataforma da greve de 11 de Outubro, fruto também das 
posições assumidas neste sentido promovidas por várias das realidades hoje presentes.
Como pontos de qualificação da campanha são identificados:
- lutar pela retirada total das missões militares no exterior;
- boicote ativo da indústria de guerra para conseguir sua conversão completa para 
uso civil;
- mobilização contra todas as formas de militarização dos territórios: das bases 
militares à presença dos militares nas ruas das nossas cidades, dos polígonos até 
à blindagem das fronteiras e dos mares contra os que migram do seu país;
- relatórios de despesas militares, como recursos retirados de todos os serviços 
sociais, como saúde, escola, transporte, etc.
- lutar contra os interesses das multinacionais italianas, principalmente ENI, 
que de fato ditam a agenda das missões militares no exterior ao governo;
- lutar contra a devastação ambiental causada pelos exércitos e multinacionais 
que protegem e criar intersecções entre os movimentos ecológicos de baixo e o 
antimilitarismo;
- contraste com a crescente propaganda militarista nas escolas e com as ligações 
cada vez mais fortes entre a indústria militar e a Universidade;
- denúncia da íntima correlação entre violência sexista e patriarcal e lógica 
militarista.
Sobre estes conteúdos decidiu-se dar-se os primeiros compromissos de mobilização:
- iniciativas espalhadas pelos territórios em 4 de novembro, festa das forças 
armadas;
- marcha em Turim no dia 20 de novembro contra a exposição do mercado 
internacional da indústria aeroespacial militar e contra ações durante a própria 
exposição que acontecerá entre 30 de novembro e 2 de dezembro. Mobilização que, a 
partir da contestação da exposição, sabe se estender a todos os pontos da campanha.
A assembléia congratula-se com a proposta de construir um caminho para uma 
campanha nacional contra a ENI que também verá uma manifestação nacional nos 
primeiros meses do próximo ano na área de Milão.
Para ele, é significativo o compromisso de enfatizar a ligação entre militarismo 
e sexismo em todas as iniciativas relacionadas ao combate à violência de gênero, 
inclusive as que ocorrerão no final de novembro.
A vontade é relançar uma nova assembleia nacional no início do ano para dar 
continuidade à mobilização.
Contra todos os exércitos, contra todas as guerras, vamos apertar as engrenagens 
do militarismo!
Os camaradas e camaradas da assembleia antimilitarista se reuniram em Milão em 9 
de outubro de 2021.

https://www.anarresinfo.org/16-gennaio-assemblea-antimilitarista-a-milano/


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