(pt) Espanha, CNT, CGT, COBAS, USTEA, SAT, CTA e o Sindicato Ferroviário vão mobilizar-se na Andaluzia antes da "reforma sem trabalho" (ca, de, en, it)[traduccion automatica]

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Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2022 - 09:28:36 CET


Em 30 de dezembro de 2019, dentro do primeiro bloco de compromissos acordados, no 
terceiro ponto, os partidos PSOE e United We Can afirmaram "Revogaremos a reforma 
trabalhista. Vamos recuperar os direitos trabalhistas retirados pela reforma 
trabalhista de 2012". ---- Em 20 de maio de 2020, foi acordado com EH Bildu como 
o novo partido signatário: "As forças políticas que assinam este acordo se 
comprometem a revogar integralmente a reforma trabalhista de 2012 promovida pelo 
Partido Popular. A revogação deve entrar em vigor antes do fim das medidas 
extraordinárias adotadas pelo Governo em matéria económica e laboral derivadas da 
crise provocada pela Covid-19". Horas depois, por volta da meia-noite, o PSOE 
emitiu "uma nota de esclarecimento" na qual rectificava o que estava assinado, 
anulando o primeiro ponto daquele acordo e dando-lhe outra redacção. A revogação 
integral foi diluída com uma redação mais vaga, permanecendo na recuperação "dos 
direitos trabalhistas retirados pela reforma trabalhista de 2012".
O Real Decreto-Lei de reforma do mercado de trabalho acordado entre o Governo e 
os agentes sociais entrou em vigor a 31 de dezembro de 2021, após a sua 
publicação ontem no Boletim Oficial do Estado (BOE).

Lançamento

Sevilha, 11 de janeiro de 2022. Os Sindicatos CNT, CGT, COBAS, USTEA, SAT, CTA e 
Sindicatos Ferroviários mostram sua mais absoluta rejeição à montagem midiática 
dos Sindicatos do Regime, autodenominando-se parceiros sociais, empregadores e 
governo progressista ao redor para a não revogação da Reforma Trabalhista de 2010 
e 2012, apesar de se pretender fazer crer aos cidadãos o contrário através de 
todo o tipo de mensagens, muitas delas contraditórias, que enaltecem o acordo que 
foi publicado no BOE em 30 Dezembro.

O sindicalismo de classe alternativo andaluz inicia uma campanha de informação a 
toda a sociedade andaluza sobre a realidade do pacto vergonhoso que foi alcançado 
por três partidos por aqueles que não representam a maioria social, que perpetuam 
a situação indefesa das pessoas mais vulneráveis, endossa com a sua precariedade 
no emprego e demissões arbitrárias e baratas, realçar a figura das agências de 
trabalho temporário... Zapatero 2010.

As organizações sindicais que subscrevemos também anunciam uma campanha de ação 
sindical destinada a tornar visível a oposição majoritária da classe trabalhadora 
andaluza ao pacto de vergonha que significou a "REFORMA SEM TRABALHO", que se 
concretizará em ações públicas denunciando esta fraude social e moral, no 
espírito de que no processo parlamentar que agora se abre, os partidos políticos 
que se enquadram na verdadeira esquerda, manifestam a sua retumbante rejeição de 
um texto que não se assemelha às tão alardeadas declarações do Ministro do 
Trabalho sobre várias ocasiões e eventos (ver arquivos de jornais), "vamos 
revogar a reforma trabalhista" e isso mostra mais uma vez que as CCOO-UGT são 
verdadeiras comparsas do sistema e que a Associação de Empregadores impõe seus 
interesses opressores e opulentos aos de a massa sofrida assistente social.

https://alasbarricadas.org/noticias/node/47374


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