(pt) usi-cit.[Italy]: A NOITE NA MEMÓRIA DE PINELLI NO MILÃO (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

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Terça-Feira, 4 de Janeiro de 2022 - 08:45:54 CET


Pelas 17h00 do dia 14 de dezembro, os acompanhantes estiveram presentes em frente 
ao Espaço Micenas onde, conforme previsto, foi pintado um mural em memórias de 
Pino sobre o escriturário do local, um excelente trabalho que recebeu os aplausos 
de todos os participantes do tarde. ---- A partir das 21h00 continuou a 
apresentação do programa: «Já se tornou tradição o de 14 de dezembro em memória 
de Pinelli na via Micene, uma rua que queremos ser via G. Pinelli, para a qual 
foram recolhidas 5 mil assinaturas para exercer pressão sobre a administração 
municipal. O propósito da iniciativa, que se prolonga no tempo, é não esquecer um 
pedaço importante da nossa história, em particular ligada ao bairro de San Siro, 
uma iniciativa que está sempre ligada à repressão atual e às lutas pelas 
reivindicações. As palavras do cartaz terminam com um apelo à unidade na base de 
nossas justas demandas. E foi justamente em agosto deste ano que aconteceu o 
milagre, após a morte de Adil, atropelado por um caminhão enquanto participava de 
um piquete. Na ocasião, foi criada uma coalizão unida de todo o sindicalismo 
básico e conflituoso que já promoveu uma greve geral no dia 11 de outubro e um 
dia de luta contra o governo Draghi e o setor financeiro, que sempre beneficia os 
ricos. trabalhadores, a 4 de Dezembro. Já se fala em uma greve geral conjunta 
iminente. A USI foi um dos primeiros sindicatos a fazer apelo à unidade na base e 
no último congresso confirmou o seu total apoio ao caminho percorrido ”.

A noite continua com a apresentação de uma publicação recém-lançada, edição Becco 
Giallo, com o significativo título "Voo sem grito", com a participação dos 
autores, os roteiristas Ilaria Jorvine e Roberto Mariotti, onde é contada a 
história do calvário de Licia. Pinelli em seu desafio ao longo da vida contra as 
instituições, para lançar luz sobre a verdade do assassinato de Pino, com uma 
visão da história do ponto de vista feminino. Uma publicação em quadrinhos para 
sua máxima divulgação, envolvendo principalmente os jovens. Claudia e Silvia 
Pinelli também intervieram, parabenizando os autores da publicação para a qual 
elas mesmas contribuíram.

O momento seguinte foi o da memória do acontecimento que culminou na morte de 
Saverio Saltarelli, o internacionalista atingido por uma vela atirada à altura 
dos olhos, durante uma carga policial contra a manifestação que, a 12 de dezembro 
de 1970, a um ano da Praça Massacre de Fontana, ele reivindicou a 
responsabilidade pelo massacre de estado, o assassinato de Pinelli e a inocência 
dos camaradas anarquistas presos. Foram projetadas algumas entrevistas, de uma 
obra documental ainda incompleta, do Arquivo Primo Moroni ", dos camaradas 
presentes naquele dia: Massimo Varengo que fez um desenho daquele dia, no qual os 
fascistas haviam convocado uma manifestação, a ANPI por sua vez, uma 
contra-demonstração de resposta e o Movimento Estudantil da Universidade Estadual 
que mobilizou o serviço policial (os Katangas) para defender a universidade de 
possíveis ataques fascistas. Todos os vários componentes da esquerda entraram em 
campo, a começar pela expressão ANPI do Partido Comunista, todos esquecendo o 
assassinato de Pinelli e dos anarquistas presos injustamente. Os únicos a saírem 
às ruas naquele aniversário pelos conteúdos expressos acima, apesar das 
proibições do Quartel-General da Polícia, foram os anarquistas, com vários 
componentes da esquerda extraparlamentar no interior, entre os 
internacionalistas. Também foi projetado o testemunho de Enrico Moroni, presente 
naquele evento como componente da Ação Libertária, um grupo formado um ano antes 
por companheiros de trabalho e estudantes da área libertária, que foram os 
principais promotores daquela manifestação junto a várias áreas do movimento 
anarquista. Seguiu-se também o depoimento de Franco Schirone, lembrando aquele 
movimento de contra-informação e denúncia, incluindo a publicação do livro 
“Massacre do Estado”. Outros testemunhos projetados descrevem o momento em que o 
corpo examinador de Saltarelli foi transportado.

  A noite continua com um espaço deixado livre para as situações atuais do 
bairro, como o próprio "Spazio Micene", um espaço autogestionário colocado à 
disposição de todas as iniciativas que reivindicam direitos sociais e um 
testemunho particular foi trazido para as lutas no. bairro pelo direito à moradia.

A noite termina com a saída às 22h30 de um tribunal de cerca de 250 manifestantes 
com as bandeiras anarquistas, da USI e do movimento pelo direito à moradia que 
percorriam o bairro, acompanhados pelo Coral Micenas, cantando os diversos 
repertórios libertários, desde "Figli dell'officina", "Adeus Lugano Bella", "A 
casa pertence a quem lá mora", "Diga-me, jovem bonito", "O galeão", concluindo 
com "O Hino do Internacional" sob o Pino placa colocada na entrada das casas das 
pessoas onde vivia com a família. Aqui a procissão parou e uma coroa foi 
colocada, enquanto as canções que continuavam davam um efeito muito comovente.

EM

https://usi-cit.org/la-serata-in-memoria-di-pinelli-a-milano/


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