(pt) Primeiro de Maio. CNT: Dignidade e sindicalismo (ca, de, en, it)[traduccion automatica]

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Domingo, 2 de Maio de 2021 - 08:20:10 CEST


É claro que o COVID-19 marcou o último ano para toda a humanidade. Mas depois da 
crise de saúde, os piores males de nossa sociedade vieram à tona com uma 
gravidade sem precedentes. As desigualdades sociais e econômicas surgiram com tal 
virulência que nos mostraram o pior lado do atual sistema econômico em que 
vivemos. ---- Pudemos constatar, apesar da propaganda do governo, que as medidas 
sociais de proteção à classe trabalhadora têm sido insuficientes. Desde os 
primeiros momentos de confinamento no ano passado, quando a economia parou, vimos 
como milhares de pessoas perderam seus empregos precários, ou simplesmente não 
conseguiram sequer acessar a economia subterrânea em que vivem milhares de 
famílias neste país. Os serviços sociais dos municípios, sindicatos ou muitas 
outras entidades sociais deixaram de receber consultas ou chamadas a solicitar 
apoios financeiros; as pessoas pediam comida.

Diante dessa situação, foram acionados bancos de alimentos, redes de apoio aos 
bairros e sindicatos que colaboram para o atendimento das necessidades básicas. 
Mais uma vez, o apoio mútuo e a solidariedade proporcionaram soluções muito mais 
eficazes por parte do povo.

No local de trabalho, em contraste, a ganância sem fim dos capitalistas era mais 
uma vez evidente. Apesar das novas leis do Governo para aplicar ERTEs que 
deveriam salvar empregos, tivemos que combater os diversos abusos e fraudes de 
muitas empresas: modelos que eram obrigados a trabalhar em casa apesar de serem 
ERTE, coerção e pressão para deixar o emprego durante a ERTE, quando não é 
demitido diretamente sem qualquer vergonha.

Podemos dizer que a crise da saúde serviu para acelerar e iniciar uma crise 
econômica que deveria ser acionada em alguns anos. Assim, grandes empresas e 
multinacionais de todos os tipos têm acelerado as dispensas em massa, destruindo 
empregos e acelerando a desindustrialização de nossa economia. Por outro lado, 
noutros tipos de indústrias aumenta a subcontratação, aplicando piores condições 
à mão-de-obra, com a aprovação dos conselhos de empresa.

Diante desta situação, da CNT exigimos uma ação sindical que devolva a dignidade 
à Classe Trabalhadora deste país. Reivindicamos o papel de um sindicalismo que 
defende aumentos reais de salários, que melhoram o poder de compra das pessoas, 
que defende a igualdade real nas empresas. Não queremos fazer acordos, queremos 
que as pessoas se organizem e lutem para conquistar mais direitos, mais 
dignidade. E acreditamos firmemente que o sindicalismo de ação direta daqueles de 
nós que integramos a CNT representa os melhores valores da humanidade, do apoio 
mútuo e da solidariedade. Viva o primeiro de maio!

https://www.cnt.es/noticias/primero-de-mayo-cnt-dignidad-y-sindicalismo/


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