(pt) France, UCL - UCL Tract, 4 de fevereiro: em greve e nas ruas ! (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

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Quinta-Feira, 11 de Fevereiro de 2021 - 08:05:17 CET


O medo do desemprego pesa sobre milhões de funcionários. O confinamento e o toque 
de recolher complicam a mobilização. Mas existem lutas e é necessária uma 
resposta geral do nosso acampamento. Para isso, precisamos ser tenazes, ofensivos 
e realistas. ---- Durante 1 ano, com a ajuda do Estado, os empregadores tiraram 
partido do contexto da saúde: chantagem para o emprego, degradação das condições 
de trabalho, repressão dos que resistem. Trabalho nos finais de semana, redução 
de feriados, horas extras, congelamento de salários ... A Covid tem uma boa volta 
para fazer mais trabalho e a um custo menor. E se você não está feliz, não 
reclame porque em outros lugares nós demitimos! Bridgestone, Nokia, Renault, 
Cargill, Auchan, Michelin... para citar apenas os grandes grupos que aproveitam a 
situação para despedir a um custo inferior. Isso sem falar nas pequenas e médias 
empresas que estão afundando com a crise econômica. Em todos os lugares, são os 
funcionários que pagam o preço. Porém, quando essas mesmas empresas colheram a 
massa, os funcionários não viram a cor. Não podemos esperar pelo fim da pandemia 
e sermos silenciosamente cortados. Devemos retomar o caminho das lutas.

Existem lutas !

Muitos se defendem. Os funcionários da EDF estão lutando fortemente contra o 
projeto Hercule, que visa desmantelar seus negócios. Os trabalhadores da 
refinaria Total Grandpuits estão em greve há quatro semanas devido à perda de 700 
empregos. Na operadora de turismo Tui os funcionários contestam 600 demissões. Em 
outras empresas, as greves são vitoriosas em salários (Onet) ou bônus Covid. 
Essas lutas devem ser tornadas visíveis e apoiadas. Como ? Fortalecendo nossos 
sindicatos e nossa solidariedade.

Prepare-se para a ofensiva

Mas apoiar uns aos outros não é suficiente. Devemos preparar uma mobilização 
popular poderosa, na rua, nas empresas e nos locais de estudo. Ainda mais forte 
do que aqueles nas pensões. Levantes não faltaram ao redor do mundo em 2020. 
Ultimamente, é na Índia e na Tunísia que as classes populares estão sacudindo o 
poder e os patrões. Na França, a crise social se agravará nos próximos meses. As 
reações que ela provocará devem se unir. Devemos acabar com este sistema que nos 
destrói e nos empobrece. Vamos organizar, debater, construir mobilizações a 
partir da base. União e ações, para ir à ofensiva !

https://www.unioncommunistelibertaire.org/?4-fevrier-en-greve-et-dans-la-rue


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