(pt) Anarchica Reggiana: OS ESQUECIDOS NÃO ESQUECEMOS por USI_re (it) [traduccion automatica]

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Sexta-Feira, 5 de Fevereiro de 2021 - 07:11:18 CET


Este ano não organizaremos nenhuma manifestação pública por ocasião do Dia da 
Memória, mas nos empenharemos em uma iniciativa para divulgar nossa proposta de 
solidariedade. Ou seja, uma intervenção em vários ambientes, uma arrecadação de 
fundos e uma distribuição de cestas básicas e sacolas de roupas. Mas também 
queremos lembrar os eventos que promovemos no passado recente para os esquecidos 
que nunca realmente esquecemos. Em 2015, lembramos o extermínio nazista de 
anarquistas, socialistas, comunistas e Sinti e Roma; em 2016 o da comunidade 
LGBTQ +, das profissionais do sexo e dos ditos "asociais". Em 2017, a Resistência 
Judaica na Europa Oriental; em 2018 mulheres, rebeldes e revolucionários contra o 
nazi-fascismo; em 2019 das Leis Raciais ao Decreto Salvini; em 2020, queríamos 
enfatizar, cinquenta e um anos após a estratégia da tensão, o massacre da Piazza 
Fontana e o assassinato de Giuseppe Pinelli. Por outro lado, nossa abordagem da 
memória está sempre ligada a uma visão libertária da história militante, 
independentemente das invenções pseudo-restaurativas montadas pelas instituições 
para cobrir suas responsabilidades, tanto do passado quanto do presente. Nossa 
denúncia constante das diversas formas de opressão, violência, discriminação e 
autoritarismo começa sempre com uma crítica aos poderes em seus diversos matizes. 
Não dizem respeito apenas ao regime nazi-fascista e, consequentemente, ao 
stalinista, mas também às chamadas democracias liberais que, só para dar um 
exemplo histórico, continuaram a negociar com os regimes totalitários até ao fim 
da Segunda Guerra Mundial. Não só isso: para chegar aos dias atuais, pode-se 
observar como a "nossa" democracia tem se mantido nos últimos cinquenta anos com 
inúmeros massacres, com o objetivo de atingir os movimentos emancipatórios para 
frear as lutas sociais voltadas para a mudança. E se quiséssemos enfrentar a 
pandemia de hoje, devemos apontar como este governo, e com ele os anteriores, tem 
protegido exclusivamente os interesses dos diversos potentados 
(econômico-político-financeiros) em detrimento da comunidade e dos menos -off 
classes. Em outras palavras: falta de um plano nacional de pandemia, destruição 
da saúde pública e da medicina básica, autoritarismo generalizado, financiamento 
para grandes empresas e miséria para trabalhadores e artesãos. Para tentar 
contrariar tudo isso é necessário lançar uma resistência com lutas radicais que 
reduzam drasticamente as desigualdades sociais. Também precisamos de novos 
comportamentos humanitários e de apoio capazes de impactar esta situação difícil 
para construir novos relacionamentos e situações. Com a nossa solidariedade 
resistente, estamos implementando uma prática muito diferente daquela caritativa 
que sempre foi funcional para todas as potências. Uma verdadeira solidariedade, 
que começa de baixo para ficar por baixo, com um discurso de classe numa 
perspectiva internacionalista. Uma solidariedade libertária para uma sociedade 
anti-autoritária. com um endereço de classe de uma perspectiva internacionalista. 
Uma solidariedade libertária para uma sociedade anti-autoritária. com um endereço 
de classe de uma perspectiva internacionalista. Uma solidariedade libertária para 
uma sociedade anti-autoritária.
Dedicamos o Dia da Memória em apoio ao Fundo de Solidariedade Libertário.
Que cada um faça a sua parte em favor dos últimos e dos últimos!
ÁREA DA LIBERTARIA
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REGGIANA ANARQUISTA FEDERAÇÃO - FAI
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