(pt) Solidaridad Obrera: Aviso 99/2021 de La Soli do Metro de Madrid - GRUPO DE TRABALHO DE FUMOS DIESEL

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Segunda-Feira, 13 de Dezembro de 2021 - 07:32:49 CET


Esse grupo, recém-criado, na sequência da atualização da RD 665/97, sobre os 
agentes oncológicos no trabalho, tem muito pela frente. O bom é que parece que 
desta vez ninguém vai brincar de entrada na cadeia, por apostar na vida dos 
trabalhadores, por impulsionar a produção na prevenção, como foi feito com o 
amianto. ---- E, embora seja, quem não vai acreditar nos papéis desta empresa, 
mesmo nos relevantes comprovativos empíricos, é este sindicato. (Aviso aos 
marinheiros) ---- Desde a atualização deste Real Decreto, o Trabalho Solidário 
tem buscado soluções para diminuir o NOx (NO, NO2, N2O2, N2O4, N2O, N2O3, N2O5 e 
NO3) e o Carbono Elemental, dos nossos veículos ferroviários com motor diesel. 
Entre essas soluções, algumas apresentadas antes da mudança da lei, em novembro, 
incluem a eletrificação, hibridização e / ou hidrogenação dessas equipes, 
dispensadas na época por serem "impossíveis", como tudo nesta empresa. Apesar 
disso, Solidarity Obrera continuou a procurar, encontrando soluções parciais que 
exigiriam vários deles:
* Catalisadores de oxidação (DOC).
* Acumulador ou trap de Nox trap (LNT).
* Recirculação de gás (EGR).
* Redução catalítica seletiva (SCR).
* Filtro de partículas (FAP).
* Controle de combustível.
* Umidificação do ar do motor.
* Aplicação do ciclo MILLER.
* Uso da tecnologia Dual Fuel com GNC. (que não é Bifuel, que é gasolina)
* Utilização de geradores elétricos alimentados por GNC para alimentação dos 
equipamentos auxiliares das calhas.
Para nossa surpresa, a Engineering veio com um orgulho e orgulho consagrados, 
pois não estaríamos nesta situação se alguém se tivesse dado ao trabalho de 
abordar os regulamentos sobre fumo de gasóleo em veículos, como EURO3, EURO4 e 
EUR O5. Além disso, poderiam ter nos ouvido na Comissão de Segurança e Saúde, que 
tem pedido medidas contra a fumaça sofrida pelos trabalhadores, sendo 
sistematicamente ignorada.
As soluções movidas foram todas descartadas, exceto aquelas que já pretendiam 
fazer (sem pressa), vangloriando-se de colocar DOC + FAP + SCR em série, 
ignorando as dúvidas sobre a falta de um LNT. Além de descartar automaticamente 
qualquer tipo de medida antes da combustão, como a mistura com GNC (Gás Natural 
Comprimido), para reduzir o consumo de diesel e, consequentemente, a geração de 
NOx, e carbono elementar. Este último despedimento foi justificado pela perda dos 
certificados dos motores, como se se tratasse de uma situação irreparável.
E se nos mudassem fossem as tentativas de "limpar" o ar, na cabine do motorista, 
não tendo servido muito, ou encurtando o problema fora daquela cabine. Qualquer 
um diria que é melhor lidar com o problema na origem (pré-combustão), mas quem 
conhecerá o Solidariedade Obrera, o que saberá a Lei, o que saberão tantas 
empresas que instalam ou utilizam sistemas modificados de Dual Fuel.
A título de atualização, ou de deslumbramento, indicaremos que, enfim, estamos 
vendo alguma intenção em agarrar o touro pelos chifres, embora nos tenha custado 
ter que falar com o Conselheiro Delegado, para que assim seja.
Em relação aos dois medidores individuais, fomos informados de que chegarão em 
breve, pois houve problemas de fabricação. Como em tantas cadeias de produção que 
precisam de chips.
Dada a aparente impunidade que os contratos têm, sobre a saúde de seus 
trabalhadores (e os nossos), e sobre o uso de equipamentos a diesel, o Metro 
garantiu que está trabalhando no estrito cumprimento da Lei em suas instalações. 
O tempo dirá se isso é feito para o bem ou com reclamações constantes, como 
tantas vezes.
Também foi solicitada a posição sobre drenagens de contrato, a empresa garantiu 
que está estudando como lidar com essa questão.
Bom isso, muito problema, muita urgência, muito estudo, e o Metro segue a toda 
velocidade por um caminho que termina em um barranco. A cada dia fica mais 
evidente que essa empresa está cheia de acomodad @ s, sobreviventes em seus 
cargos, que pouco ou nada se importam com essa empresa. A autogestão do 
funcionário resolveria isso, mas primeiro eles teriam que arrebatar o poder, 
abolindo a amigocracia que reina sem resposta nesta empresa pública.
Madrid em 7 de dezembro de 2021
Para Trabalho Solidário

A SÍNDICA JUNTOS

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