(pt) France, UCL AL #314 - Sindicalismo, Privados de emprego: obstáculos e perspectivas de atuação conjunta (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

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Sexta-Feira, 9 de Abril de 2021 - 08:09:00 CEST


Com o aumento das demissões e do desemprego, dois camaradas que têm experiência 
em comitês de emprego privado da CGT expõem as perspectivas que abririam 
organizações sólidas de precários. ---- Desde 1978, a CGT é filiada a uma 
organização de desempregados. Mas os "rebeldes desempregados" ficaram conhecidos 
sobretudo durante a grande luta do inverno de 1997-1998. Na altura, milhares de 
pessoas se manifestaram, ocuparam antenas Assedic, edifícios EDF, ou o Louvre e 
ENS, em Paris, para obter, entre outras coisas, um aumento dos mínimos sociais e 
uma redução do tempo de trabalho. 32 horas de trabalho com correspondentes 
contratações. O governo havia liberado apenas um bônus de Natal.

A animação dessas comissões não é direta. Estamos nos dirigindo a um público 
volátil que, assim que encontra um emprego de tempo integral, abandona o comitê. 
O núcleo do animador é, portanto, baseado em pessoas acostumadas à precariedade 
(às vezes por opção), ou em ativistas que permanecem presentes mesmo tendo 
encontrado um emprego. O risco de falta de ar é, portanto, real.

Papel unificador do sindicato local
As condições materiais dos sindicalistas precários também são um freio: nos 
contratos a termo ou no trabalho temporário, o horário e a distância ao local de 
trabalho podem variar de semana para semana. Difícil forjar vínculos com outras 
pessoas precárias, sem que o patrão suspeite. Também não é fácil abordar os 
particulares rebocando à frente do Pôle Emploi, da CAF ou das agências de 
trabalho temporário porque com a desmaterialização, a importância destes locais 
tornou-se relativa ...

Para superar essas dificuldades, o sindicato local (UL), onde cooperam os 
sindicatos da mesma localidade, pode ajudar. E, em troca, o Rebelde Desempregado 
pode ajudar a UL a formar sindicatos em empresas, em particular tratando dos 
precários.

Com ajuda concreta (distribuição de alimentos, empréstimo de equipamentos), a UL 
pode se tornar uma ferramenta primordial dos movimentos sociais, fornecendo aos 
grevistas, apoiando os piquetes, etc. A UL pode assim criar uma ligação entre as 
profissões, inclusive em momentos de convívio, que nos permitirão amanhã atuar 
conjuntamente pelo emprego (contratação de escritórios, assessoria para o 
currículo, assessoria para a primeira entrevista, etc.).

Graças a isso, o comitê pode ter, em curto prazo, um amplo repertório de ações 
que vai desde a defesa jurídica até a ocupação do escritório, passando por 
agências de emprego e distribuição de bens de primeira necessidade.

Com o desenvolvimento dos comitês, seria até possível ir além, atendendo às 
necessidades básicas: gestão de hortas coletivas, requisição de moradias, criação 
de fundos mútuos, recuperação de fábricas e produção de produtos essenciais 
(alimentos, máscaras, etc.). Lugares que controlamos, o que nos faria ganhar em 
autonomia e força coletiva e poderia até proporcionar uma remuneração. Um 
sindicalismo que abarca toda a vida social, não é esta a ambição dos comunistas 
libertários ?

Simon (UCL Rennes) e Alexis (UCL Fougères)

https://www.unioncommunistelibertaire.org/?Prive-es-d-emploi-des-obstacles-et-des-perspectives-pour-agir-ensemble


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