(pt) cnt-f: "Nunca podemos parar de pensar." (ca, fr, it) [traduccion automatica]

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Quinta-Feira, 1 de Abril de 2021 - 08:24:58 CEST


Publicado em 25 de março de 2021 por Federação dos Trabalhadores em Educação - 
CNT ---- "No interesse do serviço", Hélène C., uma professora em Bobigny (93), 
sindicalista e ativista na educação Freinet, foi automaticamente transferida pela 
Direção Acadêmica para outra cidade em Aubervilliers no início de março. Leia 
nossas primeiras postagens aqui: ---- 
http://www.cnt-f.org/fte/2021/03/21/non-a-la-mutation-forcee-dhelene-careil-non-a-lautoritarisme-de-leducation-nationale-tribune/ 
---- 
http://www.cnt-f.org/fte/2021/02/16/une-professeure-des-ecoles-militante-de-la-pedagogie-freinet-reprimee-en-seine-saint-denis/ 
---- Uma conferência de imprensa foi organizada na quarta-feira, 23 de março, no 
Bobigny Job Board.

Em vídeo, Philippe Meirieu chamou essa sanção disfarçada de "escandalosa". 
"Indignado", denunciou a repressão a um "ativista político".

Laurence De Cock, também em vídeo, insistiu na "violência" desta sanção quando 
sabemos "que uma relação educativa se constrói com o tempo". Isso o lembra da 
busca por "professores comunistas nas décadas de 1920 e 1930 que eram sancionados 
por razões políticas". O que parecia novo para ele sob o ministério de Blanquer 
era a "vigilância" que se tornara "permanente": "o ministério do artigo 1".

Para as Perguntas da Classe, Arthur lembrou a urgência da luta pela liberdade 
educacional. Devemos defender a "pedagogia da ação direta", lutar contra a lei 
Rilhac que nos quer trabalhar "sob o olhar atento de um líder" e "todas as 
diretrizes de todas as cores feitas para nos formatar e alcançar uma pedagogia 
oficial".

O Sindicato do Sul e o sindicato FO, CGT, CNT denunciaram mais uma vez "esta 
determinação deliberada de desacreditar o trabalho realizado na escola Marie 
Curie em Bobigny".

Um emocionado colega desta escola revelou "uma gestão violenta do dia-a-dia (...) 
Na escola Marie Curie já não existe pedagogia. É um verdadeiro trauma".

Nathalie, uma professora em Paris, para finalizar, agradeceu a Hélène C. por seu 
compromisso, sua carta aos alunos. "Sem dúvida é mais difícil hoje nos afastarmos 
(...) mas como estamos com os filhos, estamos com os pais, não podemos deixar de 
pensar." (...) "Antigamente, tem outro colega que foi transferido 
automaticamente, Célestin Freinet (...) "Somos contrabandistas, não vamos desistir".

Para responder aos jornalistas presentes (L'Humanité, Le Parisien, Infos educ 
...), foi lembrado que nada há contra Hélène em seu processo administrativo. O 
recurso é iniciado perante o Tribunal Administrativo, incluindo recurso criminal 
por "queixa difamatória".

Nenhuma coisa

cnt-f.org/fte/2021/03/25/on-ne-pourra-jamais-nous-empecher-de-penser/


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