(pt) France, Alternative Libertaire AL Secrétariat Jeuness - Clash Mai, Vamos superar os modelos antigos ! (en, fr, it)[traduccion automatica]

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Quinta-Feira, 16 de Maio de 2019 - 08:57:13 CEST


O colégio nunca foi uma ilha de emancipação isolada da sociedade capitalista. Como a 
sociedade como um todo, sempre foi um campo de batalha. Um novo modelo continua a ser 
inventado, mas o que é certo é que ele emergirá de nossas lutas e sonhos ! ---- Há algo 
podre na faculdade ... ---- A galera, todos nós sabemos disso. Há salões de aula 
sobrecarregados, falta de espaço no TD, professores com pressa que falam mal, trabalho 
precário depois das aulas só para pagar um quarto de empregada ou uma cama em um U-City 
... A competição acabou mais feroz entre os estudantes, e tudo isso para diplomas que, 
como nos dizem, são inúteis. A onda de capitalismo neoliberal caiu na Universidade por 
décadas, carregada por governos de esquerda e de direita. O colégio fingiu estar aberto e 
proclamou que nos daria a emancipação através do conhecimento. Hoje, está ficando cada vez 
mais claro que não somos mais do que "clientes" que estão adquirindo "habilidades". Mas 
isso é realmente uma novidade ?

É todo um sistema que deve ser questionado !
Nos últimos anos, temos visto nos movimentos estudantis universitários que, repetindo 
velhas receitas, não saíram vitoriosos. Pergunte sobre a instituição " universitária " e 
seu papel fundamental no sistema capitalista: reprodução de desigualdades sociais (seleção 
já existia antes da lei ORE !), Produção de conhecimento útil ao mercado e competição 
entre estudantes e estudantes. researcher.se.s ... a faculdade não procura construir 
mentes críticas, mas garantir a empregabilidade. Assim, não podemos nos contentar com uma 
mera " defesa das conquistas " de uma universidade republicana mítica que não existe mais. 
Vamos questionar essa instituição que, longe de emancipar os indivíduos, busca colocá-los 
em sintonia com a ordem de mercado !

Do autogerenciamento das lutas ao dos lugares de estudo
Essa crítica carregamos concretamente nas lutas estudantis, nas práticas de autogestão e 
no sindicalismo revolucionário. Na organização da luta, experimentamos outras formas de 
nos organizarmos em ruptura com a hierarquia. Ao confrontar, ganhando novos direitos, 
percebemos nossa força coletiva: cabe aos estudantes e aos trabalhadores das universidades 
administrá-los, porque somos nós que os fazemos trabalhar, quem produz o conhecimento e 
quem nós treinamos. Numa sociedade comunista libertária, AGs de usuários e trabalhadores 
organizariam a formação e produção de conhecimento. Eles serão ligados a MAs de cidades, 
territórios e aqueles no local de trabalho.

Revolução ! Autogestão !

http://www.alternativelibertaire.org/?Depassons-les-vieux-modeles


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