(pt) Xadrez eleitoral: Elite financeira movimenta seu bispo faguista - Contribuição do companheiro Cris Castro

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Segunda-Feira, 1 de Outubro de 2018 - 07:14:54 CEST


Imagine um setor hegemonicamente mais comedido da burguesia nacional não-varejista (sim, 
gigantes do varejo têm manifestando apoio ao "proto-AIB"), na hora do pega pra capar do 
pacto intra-elites chegando pra executiva nacional do PT e coordenação da majoritária: - 
"Seguinte, vocês garantem a estabilidade política nessa bagaça que a estabilidade 
econômica é com a gente". ---- Imaginou? Vamos lá! A chapa dos galinhas verdes, mesmo 
tendo o nome do Think Tanker do IMIL pra pasta da fazenda, também traz um general da 
reserva capaz de peripécias como insinuar o auto-golpe entre todo um repertório de pérolas 
irreproduzíveis. ---- De modo que a pergunta que não quer calar é: - Quem tem a cara (no 
sentido de interface pública mesmo) de operador do reordenamento do padrão de acúmulo do 
capital no "estadiamento" financeiro em que se encontra:

1. O ex-analista de investimento do Unibanco, mestre em economia e ex-subsecretário de 
Finanças e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de São Paulo que integrou o Ministério 
do Planejamento durante a gestão Guido Mantega (2003-2004), oportunidade na qual elaborou 
o projeto de lei que instituiu as Parcerias Público-Privadas (PPPs) no Brasil?

2. Uma ameba incapaz de incluir em suas performances chauvinistas operações básicas de 
matemática?

Até Sarah Palin, canditada a vice pelo Partido Republicano durante as eleições 
presidenciais estadunidenses de 2008, que constantemente punha seus assessores em 
desespero, enfrentou sabatinas na imprensa encenando alguma dignidade. O Bozo não. Ele é o 
próprio cataclisma vernacular.

E onde entra o "coroné" nessas contas? Ciro, além de não decolar em pontos percentuais e 
apesar de não ter recebido a unção - leia-se transferência de capital político - do maior 
cabo eleitoral do planeta, apenado e em vias de canonização, Luís Inácio, é quem em certa 
medida, curiosamente ainda se parece no que concerne à formação discursiva, com o ideário 
transportado pelo lulismo junto ao imaginário popular: do milagre da conciliação de 
classes à promessa da manutenção das agendas de transferência de renda.

Mas os milicos não são indispensáveis aos Chicago Boys? São. Todavia os nossos já sentiram 
o "gostinho" de mandar e chegar ao governo republicano por vias legais seguramente lhes 
apraz, mas vão querer mandar mais: - "Dissolve o legislativo". Já pensou? Melhor tê-los na 
focinheira.

https://federacaoanarquistagaucha.wordpress.com/2018/09/28/1388/


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