(pt) France, Alternative Libertaire AL #284 - Crônica "nem Deus nem o professor da escola": Francisco Ferrer e Escola Libertária (en, fr, it)[traduccion automatica]

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Domingo, 1 de Julho de 2018 - 13:29:19 CEST


Paremos por um momento sobre o educador catalão que fundou a primeira escola moderna, ou 
tipo de escola racional, dedicada à emancipação das classes populares. Ferrer vai viajar 
para os trópicos da América Latina, para um Brasil do início do XX ° século marcado pela 
presença de imigrantes europeus, uma parcela significativa impregnado com as ideias 
libertárias irá contribuir para o surgimento de escolas inspiradas de Ferrer. ---- Nascido 
em 1859 e veio de uma família católica muito conservadora e monarquista, Francisco Ferrer 
irá demonstrar independência início de espírito que vai ver a presença de organizações 
muito remotas círculos onde o catolicismo espanhol estava acostumado doutrinar 
intransigente mentes. Assim animado por um desejo de aprender, ele irá ler por si mesmo e 
aprender com os republicanos da época (o moleiro em que ele é colocado a 14 anos também 
vai desempenhar um papel decisivo na sua formação intelectual) e internacionalistas que 
são então mostrado espantalho com mentes bem pensantes da época. Mas também lê, sob o 
governo de Anselmo Lorenzo, teóricos anarquistas, sem aderir a essas idéias.

Republicano, ele também vai para uma Loja Maçônica Espanhola em 1884 e em 1886 participa 
de uma tentativa insurrecional de derrubar a monarquia que falha e o força a exilar-se na 
França. Lá, ele fortaleceu seus princípios como livre-pensador e maçom, e começou a 
freqüentar anarquistas franceses como Jean Grave e Sebastien Faure, que não aderem à 
estratégia de propaganda pelo fato, que ele próprio desaprova, especialmente desde o 
fracasso da insurreição de 1886 ...

No entanto, neste momento ele fez uma grande conversão e em 1892 sua ideologia era mais 
anarquista do que republicana. Paris é um dos pontos do mundo onde o borbulhar das ideias 
libertárias é mais vívido e onde se pode até encontrar um futuro estadista como Aristide 
Briand, freqüentando o anarquista Pelloutier ou se posicionando em favor de a estratégia 
da greve geral. Briand será um dos fortes defensores da Liga Internacional para a educação 
racional da infância criada por Ferrer em 1908.

Pois, agora anarquista, Ferrer vê na educação, e não nos métodos violentos, os meios de 
mudar radicalmente o modelo da sociedade. Ele conhece Paul Robin, enquanto se concentra 
cada vez mais em questões pedagógicas e se interessa por seus conceitos de educação 
integral desenvolvidos em Cempuis e no marco da primeira Internacional.

Entre 1895 e 1901, vive em Paris de suas aulas de espanhol e começa a conceber o que 
assumirá a forma de um projeto cada vez mais concreto, uma escola na Espanha, em 
Barcelona, baseada em princípios racionalistas que visam a emancipação das classes 
exploradas, para derrotar o monopólio educacional então ocupado pelo clero obscurantista 
espanhol.

Como em Belém, em 1919, a Igreja estende sua sombra sinistra a projetos emancipatórios, em 
Barcelona de Ferrer, na Amazônia de seus emuladores. Veremos no próximo mês, o que era a 
matriz Barcelona escola brasileira, então vamos retomar a nossa investigação sobre o assunto.

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http://www.alternativelibertaire.org/?Chronique-Ni-Dieu-ni-maitre-d-ecole-Francisco-Ferrer-et-l-ecole-libertaire


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