(pt) [Espanha] Memória nos 120 anos de Durruti By A.N.A.

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Terça-Feira, 19 de Julho de 2016 - 10:17:45 CEST


A CNT celebra hoje os 120 anos de nascimento do célebre anarquista leones Buenaventura 
Durruti, com a apresentação de seu grupo “Memória Viva” e projeção de um filme. Sábado 
haverá festa no “La Candamia”. ---- Celebrar a vida e a morte. Manter a memória e fechar a 
porta do esquecimento é o objetivo da Confederação Nacional do Trabalho (CNT) em León, 
recordando que em um dia como hoje, há 120 anos, em uma casa na Praça de Santa Ana de 
León, vinha ao mundo um dos anarquistas mais célebres da história, José Buenaventura 
Durruti (14 de maio de 1896-20 de novembro de 1936). ---- A CNT apresenta hoje às 20 horas 
em razão da data o grupo de Investigação e Memória Viva de León na sede da Rua Fruela II, 
número 9, no bairro de San Mamés, sendo exibido também o filme “Durruti”, com colóquio.

E ainda no sábado, 16 de julho, haverá uma festa no “La Candamia” com comida, música e 
jogos para crianças a partir das 13h30.

“Levamos um mundo novo em nossos corações”, disse aquele que é considerado por seus 
conterrâneos e familiares o “leones mais universal” e, acima de tudo, um “homem coerente e 
honesto”.

Durruti viveu apenas 40 anos, quando uma bala perdida, acidental ou intencional, ainda não 
se esclareceu, acabou com sua vida no início da Guerra Civil, faz 80 anos, na Cidade 
Universitária de Madrid.

Precisamente nesse ano de aniversários redondos, o célebre personagem adentrou ao museu de 
León. Um retrato feito com carvão vegetal e assinado por Baltasar Lobo foi doado pelos 
netos de Lola Iturbe (Barcelona, 1902 – Gijón, 1990) e Juan Manuel Molina (Jumilla, 
Murcia, 1901), um casal que militou no anarquismo e teve relação com Durruti. Ambos se 
exilaram no México depois da Guerra Civil e mesmo não possuindo vínculos com León 
desejaram que o retrato ficasse na terra natal de Durruti pois “em Barcelona já está sua 
tumba”, comenta Diana Álvarez Molina. Lola Iturbe foi militante também do Mulheres Livres 
e escreveu o livro “A mulher na luta social: A Guerra Civil na Espanha”. Juan Manoel 
Molina foi um dos fundadores da FAI e subsecretário de Defesa da Catalunha durante a 
guerra civil.

O movimento anarquista ainda era incipiente, mas de León sairiam outros dois importantes 
nomes. Diego Abad de Santillán, nasceria um ano depois, em 20 de maio de 1897 em Reyero e 
seria batizado com o nome de Sinesio Baudilio García Fernández. O outro foi Angel Pestaña 
nascido dez anos antes, em 20 de fevereiro de 1886, em Ponferrada e seria peça chave do 
anarquismo em Barcelona.

Fonte: http://www.diariodeleon.es/noticias/leon/memoria-120-anos-durruti_1083890.html

Tradução > Liberto


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