(pt) France, Alternative Libertaire AL #245 - Sindicalismo: Houve uma vez limiares sociais (en, it, fr) [traduccion automatica]

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Sábado, 10 de Janeiro de 2015 - 11:29:04 CET


Uma nova "negociação" Nacional Inter-aberto em torno do "diálogo social" na empresa, com o 
objetivo comum postado por empregadores, governo e os sindicatos que acompanham: quebrar o 
código de trabalho para "simplificar" a vida empresarial. No jogo, a equipe limiares para 
além do qual deve ser criado de órgãos representativos. ---- Nas empresas, a obrigação de 
estabelecer instituições representativas é acionado, dependendo dos níveis de pessoal. O 
primeiro, de onze empregado-es exige a eleição dos delegados de Pessoal (DP). Esta é uma 
conquista ganhou em 1936, após longas greves que permite a delegados, levando as 
reivindicações individuais e coletivos. Estes delegados proximidade são essenciais-the-s 
para a atividade sindical e à construção de militantes coletivos. Eles são os que melhor 
conhecem a realidade do negócio, que são muitas vezes em contato com os es-funcionários, 
que são legítimos em seus olhos. Reuniões DP muitas vezes são trazidos pelos empregadores 
nas discussões que são de "relativo" ou "secundário" desacreditando este mandato: não é 
por acaso.

A partir de 50 de empregado-ES, a empresa deve estabelecer uma comissão de obras (CE), 
trabalhando conquista do pós-guerra que permite operar um power-contras na empresa através 
do controle de seu curso geral e organização de atividades sociais e culturais 
relacionados com a emancipação individual e coletiva. Em termos gerais, estes organismos, 
com a CHSCT (comitê em saúde, segurança e condições de trabalho), instituído tão logo 
ocorra CE, permitir a existência de uma actividade sindical e organização um equilíbrio de 
forças que enfrentam a direção mesmo que os direitos são insuficientes.

Paródia de negociações

A paródia enésima de negociações que se abre a nível nacional, que vai trazer um monte de 
regressão social após a lei chamada de "emprego seguro" é baseado em um padrão de 
pensamento bastante simplista. Estas obrigações são, de acordo com os empregadores, um 
freio no emprego e de contratação. Como em 1986, com a retirada da autorização 
administrativa para a demissão obtido sob um governo que tem o mesmo rótulo de hoje, os 
resultados em termos de emprego, obviamente, não estão relacionados. Excluir "obrigações" 
são direitos de empregado-es não é a solução para o desemprego de forma conclusiva nem 
aceitável como um projeto social, por que não eliminar pagamento de horas extras? Refazer 
as crianças trabalham? Onde está o limite definido pelos empregadores a considerar as 
conquistas do progresso social estão a destruir a ganhar flexibilidade?

A única lógica que orienta a sua escolha é muito clara. Ao desafiar os limites, os 
capitalistas não querem uma coisa: suprimir a atividade sindical ou na melhor das 
hipóteses relegar longe, muito longe da companhia em uma questão tecnocrática entre 
desconectado especialistas confronto classe cotidiana.

Direitos adicionais para ganhar

O posicionamento dos sindicatos de acompanhamento não é uma surpresa, uma vez que todos 
estão prontos para rentabilizar sérias concessões em detrimento de-es empregados em troca 
de reconhecimento social dos seus líderes, os posts e "valorização" do caminho militante. 
No entanto, a posição da CGT, anunciou recentemente tem algo a questionar. Ele está 
apostando no próximo posicionamento da CFDT, mas "mais à esquerda", dando a opção de 
remover a DP em troca de comissões territoriais comuns, ou dos delegados representantes 
eleitos a nível local.

Delegados equipe é essencial e não permitindo sua remoção que irá fortalecer a atividade 
sindical. Hoje, é a questão dos direitos adicionais reais que deve ser feita: criação e 
inter-empresa generalizada CE relativa a um pool de trabalho (por exemplo, centros 
comerciais), a proteção adicional de delegados, edifício acordos colectivos de permitir a 
harmonização ascendente na mesma indústria, independentemente do negócio, o estatuto de 
empregados, o veto CE contra cortes de empregos... Sindicalismo deve ter os meios e 
ferramentas para permitir a expressão de-es dos funcionários e fazer cumprir as suas decisões.

Reforço da presença sindical e desenvolver continuam a ser os melhores respostas às 
provocações dos empregadores e do governo. Estas instituições representativas são uma das 
bases da democracia social: a defendê-los!

RoberK (AL Montreuil)



http://www.alternativelibertaire.org/?Syndicalisme-Il-etait-une-fois-les


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