(pt) Anarkismo.net: Postcolonial Brasil: Racismo e do estado de violência estrutural De Bruno Lima Rocha e Julia Klein (ca, en) [traduccion automatica]

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Quinta-Feira, 29 de Maio de 2014 - 13:46:24 CEST


Em abril de alertar o país a questão do racismo e da violência estrutural do Estado contra 
seu próprio povo. Tomando o exemplo do Rio de Janeiro maximizada, o Brasil negocia o que é 
regra de sobrevivência de maior ascendência Africano da nação nas Américas. O estado é 
racista e não reconhece os direitos civis e sociais da maioria. As elites são política 
racista e rejeitar qualquer reparo horror da escravidão. Eis por que há tanta controvérsia 
com políticas de cotas eo não reconhecimento de terras quilombolas (descendentes afro 
terras livres, como Palenque, na Colômbia ou os quilombolas no Caribe). No caso extremo, 
nos centros urbanos, onde a massa negra se mudou após a abolição, o Estado pós-colonial 
realiza a eliminação física de uma população colocada sob suspeita. Os seguintes fatos 
falam por si.

Na terça-feira 22 de abril, a "descoberta" do Brasil comemorou o legado colonial na sua 
forma mais letal. Não me canso de dizer que este país foi construído sobre genocídio 
(povos indígenas) e escravidão. Estes dias, as duas dominações são mista, ganhando 
importância na velórios em áreas de favelas e periferias. A dançarina Douglas Rafael 
Pereira da Silva (DG) do programa "Esquenta" foi ao ar domingo, o Red Balloon (público 
principal), dirigido pelo artista Regina Case e antropólogo Hermano Vianna dedicou em sua 
produção, foi morto por um tiro nas costas. As suspeitas recaem sobre as tropas de 
ocupação permanente das "comunidades Pavão-Pavãozinho, no popular bairro de Copacabana, 
zona sul do Rio de Janeiro.

Na mesma cidade, em 14 de julho de 2013 o pedreiro assistente Amarildo Dias de Souza, foi 
levado por policiais militares da porta de sua casa para a sede da Unidade de Polícia 
Pacificadora do (UPP) na favela de Rocinha, a maior do Brasil, também no sul do Rio data 
consagrada na tomada da Bastilha e os Direitos do Homem foi "retido" para o 
desaparecimento forçado de um brasileiro cujos direitos civis do Estado, de fato, reconhece.

O ano de 2014 tinha misturado com a violência policial racismo que foi caracterizado no 
caso da assistente de limpeza, Claudia Silva Ferreira, de 39 anos. Mãe de família e 
moradores da comunidade de Congonhas-norte de Rio-Claudia foi atingido por tiros 
disparados por policiais do Batalhão 9 e seu corpo foi arrastado por 250 metros para a 
parte traseira do caminhão tático que deixou a cena do crime Estado. Na equipe Batalhão 
original que matou Claudia, há policiais com 60 mortes confirmadas por seus tiros. É a 
soma de gatilho com a falta de direitos básicos.

A revolta popular que ocorre no Rio foi pego por um evento de mídia em um campo de futebol 
na Espanha.

Bananas (bananas) e anti-racismo: a necessidade de ir além da ironia

A ala direita do Barcelona e da seleção brasileira, Daniel Alves, atuou em um episódio em 
que a ironia ea reação espontânea levou a um debate contra o racismo em todo o mundo. No 
domingo, 27 de abril de 2014, o mundo viu ele comendo uma banana atirada para ele. A fruta 
veio da tribuna do clube adversário no campeonato espanhol que o jogo, Villarreal 
Valencia, jogando contra catalães Barsa. Daniel comeu bananas e continuou jogando. A 
ironia usada para combater atitude prejuicial, os aplausos de fãs em todo o país, seguidas.

Seu companheiro de equipe, também uma seleção de atacante brasileiro eo clube catalão, o 
ex-jogador de Santos Neymar, lançou uma campanha no Twitter para o comportamento de seu 
amigo. Na verdade, que desenvolveu a campanha, foi apressadamente agência Loducca levando 
em conta publicidade futebolista. Em seguida, mobilizou imediatamente os meios de 
comunicação, passando anônimos milhão de leitores por meio de redes sociais. De repente, o 
presidente do Brasil, Dilma Rousseff, ela própria uma ex-guerrilheiro, seguiu os passos de 
publicidade por meio de seu microblog. Em paralelo, o choque e envolvendo Globo, ferido 
pelo assassinato da dançarina conhecida por DG (Douglas Rafael Pereira da Silva), 
participante do programa de TV famoso chamado "Esquenta" (louvado seja o bastião da 
mestiçagem apolítico) e que passara a edição de domingo de 27 de abril para pressionar as 
autoridades a encontrar uma investigação conclusiva.

Na verdade, qualquer atitude a esse respeito é algo positivo, mas para fazer avançar a 
luta contra o racismo estrutural, é necessário para qualificar o debate e pelo menos 
tentar atravessar uma agenda mais política e menos emocional. O slogan "Somos todos 
macacos!" vai se tornar um novo ícone da indústria cultural, aproveitando o mau momento da 
imagem do Brasil no exterior (com o assassinato sistemático de afro-brasileiros), o 
Ministério do Turismo tentou inverter a tendência e atingiu o número CopaSemRacismo, 
através de milhões de mensagens em redes sociais.

O resultado pode ser o mesmo. Por um lado, tornar pública a atitude de Daniel Alves, isso 
gera adesões infinitas e serve como um discurso de legitimação pela sociedade brasileira, 
que vê a integração como um fator positivo. Além disso, este setor onde a maioria ali é 
apolítico, não envolvido na luta pelos direitos civis territorializada básicas das pessoas 
de ascendência Africano. Falar dos moradores restantes reconhecidos Quilombos (rural, 
cujas terras demarcadas não chegar a 10% do total de reservas) e não reconhecido, a versão 
contemporânea das favelas, cortiços, favelas, bairros, cidades e subúrbios intermináveis. 
Nesta mesma luta a agenda da política de cotas e os requisitos mínimos para a Secretaria 
de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) é mais ativo na defesa das reivindicações e 
direitos da maioria está incluída.

Na era dos meios de comunicação e na ausência de um movimento negro de massa setor nas 
ruas, seria um ícone do esporte com tom mais agressivo mais produtivo. Algo semelhante à 
função que conheceu o boxeador Muhammad Ali (Cassius Clay) em 1966, quando ele se recusou 
a servir no Exército dos EUA e ir para a Guerra do Vietnã. Ali marcou um momento 
histórico, o que representa o "campeão do povo" (como eram conhecidos os pesos pesados no 
boxe) muito além do nonsense e piadas que tinha marcado.

Bem-vindo à reação espontânea dos atletas profissionais em posição de pouco ou nenhum 
socialmente acostumados geral, mesmo quando ocorre a opressão racial e de classe. Neste 
sentido, superar o paradigma da "Pelé fora do campo" (Edson Arantes do Nascimento) é uma 
pequena frente. Mas, então, para manter um compromisso imediato para a mídia em que, de 
repente, estão presentes todos aqueles que hipocritamente posicionado contra a política de 
cotas étnicas e raciais são realmente contra os remédios básicos, isso realmente seria um 
grande erro.

Observando o problema subjacente

Enquanto ainda indignado com os insultos racistas contra os nossos jogadores, o Brasil 
precisa investir o legado maldito do colonialismo, excluindo o racismo visceral que 
atravessa a parte superior da sociedade e também está presente nas vísceras do aparelho de 
segurança do Estado.

Este país precisa para se reconectar com você mesmo, olhando escravidão Africano e 
genocídio indígena como o Holocausto que afetou o nosso povo. Definitivamente não com 
ironia e humor que temível opressor como os herdeiros dos senhores de escravos e seus 
assistentes enfrentam a cada hora.


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