(pt) Anarkismo.net: Realidade brasileira depois de reclamar de 2013 - De Bruno Lima Rocha e Julia Klein, 12 mai 2014 (en, fr) [traduccion automatica]

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Quarta-Feira, 28 de Maio de 2014 - 10:26:55 CEST


Existe hoje no Brasil questionando sobre a democracia brasileira, uma "crise de meia 
idade" da sociedade. A nossa democracia oferece, em teoria, a igualdade de direitos e 
condições isonómicas (igualdade dos cidadãos perante a lei) para todos. Portanto, a lógica 
da alternância no poder seria acompanhada por um volume de vendas de liderança desejável, 
a fim de oxigenar os representantes e agentes, bem como fazer um esforço para desconstruir 
a legitimidade das oligarquias partidárias. Particularmente, não considero inevitável que 
as elites políticas para controlar com mão de ferro a seus diretórios. ---- Para conseguir 
um pouco da distribuição de renda, ainda que timidamente, a direção do Partido dos 
Trabalhadores (PT) considerou necessário aliar com a oligarquia. Isso criou um vácuo de 
representação e dez anos de paralisia política no sentido de pressão social. Hoje, vivemos 
melhor e mais desorganizado. Quando o PT começou a se parecer com os seus antigos 
adversários, não era - e ainda é, uma grande decepção na população brasileira. Esta pode 
ser uma das causas das explosões, em 2013, acrescentou dois absurdos: manter a percepção 
de que a Copa do Mundo seria prioridades erradas e, não menos importante, a composição dos 
cargos-chave do Congresso sob controle dois oligarcas reputação duvidosa. Mas 2013 pode 
ser visto como a abertura de um novo impulso político e um sinal de que algo estava se 
movendo na nova sociedade brasileira.

Em 2013 manifestações, vimos que a maioria dos eventos que estávamos com estudantes 
universitários, o que não é incomum na América Latina. A novidade é a massa desses 
protestos e visibilidade de setores até então desorganizados e confusos no meio da 
população trabalhadora urbana. Atualmente morando no Brasil envolve um trabalho duplo ou 
triplo turno e estudar, para que o caos metropolitano com engarrafamentos e má qualidade 
dos transportes públicos acrescenta. Quem vive no país sofre com a educação permanente 
pressão, com ênfase na maior qualificação do ensino pelo mercado de trabalho e, ao mesmo 
tempo, somos uma geração entre 18 e 25 anos que vive conectada por Internet. Com a 
fragmentação das classes subalternas, esses alunos povo da noite, aprendizes, estagiários, 
técnicos são milhões, mal pagos e com um nível de informação e formas de se conectar com 
as formas de protesto em bastante elevado em todo o mundo. No entanto, é importante notar 
que os protestos no Brasil teve dois fatores principais: um, o alto valor dos bilhetes de 
ônibus e da percepção de que o Estado nos três níveis de governo, funciona como uma 
garantia de lucros para o capital, mesmo se é um serviço público específico; O outro fator 
é o repúdio da organização da Copa do Mundo contra o show não-futebol ou cultura popular, 
mas contra esta forma de fazer negócios obscuros com o dinheiro público e vontades 
impostas pela FIFA, passando leis. Como o futebol é o universo onde a maioria dos 
brasileiros são identificar e compreender o volume de informações críticas extrapolado a 
ação de propaganda da mídia eo silêncio dos grandes veículos para os eventos de massa. 
Desta vez não foi possível silenciar os milhões de brasileiros nas ruas.

As condições de vida dos brasileiros

Nos últimos 10 anos, o nível de vida dos brasileiros mudou muito. Juntos, vamos viver 
melhor. Hoje, as taxas oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 
mostram que temos cinco classes, cuja mensuração é dada pelo rendimento dos factores e 
renda. Há um conceito sociológico de classe social, mas sim mercadológico, ligado ao uso e 
posse de propriedade. Eles também perceberam que a melhoria das condições de vida, da 
miséria para a pobreza com alguma dignidade, e os padrões de pobreza para a classe média 
baixa (casa, carro, diploma de faculdade, cartão de crédito, férias) - não implica uma 
melhoria dos serviços públicos. A classe média se estabilizou plano de saúde paga escola 
particular e tem casas com segurança ou limpeza privado. É duplamente tributado e não ir 
para a classe alta ser tributados ou perder margens de lucro ou ter tributado suas 
fortunas imensas. Mas, ainda assim, na base da pirâmide social, precisamos de mais de duas 
décadas para ter um país menos injusto e condições materiais, pelo menos decente para todos.

Entre os maiores desafios (social, política e econômica) que o Brasil tem de enfrentar, 
incluem:

- Outra forma de financiamento do Estado, a nossa finanças públicas descarga de lastro 
para o refinanciamento da dívida pública, com base no crescimento das taxas básicas de 
juros. Além de que precisamos de poupança interna e uma melhor distribuição dos impostos, 
onde os três níveis (federal, estadual e municipal) têm uma distribuição de impostos 
equivalentes;

- Uma revisão imediata do refinanciamento da dívida dos estados e municípios para a União, 
e que a dívida federal para pagar com outros parâmetros. Hoje, essa mudança quase metade 
dos recursos federais é comido, e, portanto, nossa capacidade média para direcionar o 
investimento do Estado é de 18%, enquanto que na maioria dos países do BRIC é de 25%;

- A reforma política em que o eleitor pode apresentar contas, você tem a possibilidade de 
recolher assinaturas para convocar um referendo, onde é proibido o financiamento privado 
das campanhas políticas. Nós podemos fazer progressos no e-democracia e teste de 
participação direta;

- Obras de saneamento básico sem fim e garantir a conformidade com o orçamento atribuído 
pela Constituição de 1988, a saúde ea educação;

- Um marco regulatório para a mídia, que divide o espectro em três locais: os meios de 
comunicação públicos; A mídia estatal ea mídia privada; completar a reforma agrária eo 
reconhecimento imediato de reservas indígenas e terras quilombolas;

- Socialmente, temos muito a aprender, mas destacar dois problemas fundamentais: a 
melhoria do analfabetismo funcional e rever a história. Temos que falar sobre o legado do 
colonialismo amaldiçoado, já que o Brasil foi construído a partir de genocídio e escravidão.

Os protestos de 2013 e as eleições presidenciais

Os 2.013 protestos não foram dirigidas exclusivamente contra a presidente Dilma muito 
menos contra a herança lulista. Lula continua a ser o líder mais popular da história do 
país, e é muito agradável para a classe dominante, uma vez que promove um pacto das sortes 
onde andando no andar de cima ou perder privilégios ou skateboarding abaixo ficar parado 
ou sem ajuda. O desafio será superar a reeleição em segundo turno contra a candidatura de 
Eduardo Campos e Marina Silva (PSDB - Partido RED sem registro). Estes candidatos vêm de 
dentro do governo e não tem a gestão da marca de Fernando Henrique Cardoso (privatização e 
desemprego, apesar da estabilidade econômica). Assim, a pressão dos meios de comunicação 
indicados pelo fantasma da inflação. Combater a inflação é um trauma da sociedade 
brasileira e seu nome pode promover a aderência e comprimir os salários reais para os 
banqueiros e especuladores economia. Outro problema é que reclama a realização da Copa do 
Mundo é uma obra de "Lula era" lutar e realizar este evento acaba sendo atribuído a um 
combate do governo Dilma. O palco é aberto, embora continue a ser o favorito a reeleição 
Dilma.

Este ano não vai ser tranquilo para o país, apesar de não ter os protestos em massa de 
2.013 Se tivéssemos mais mortes durante todo o ano, que é sempre provável em termos de 
Brasil e repressão policial, pode passar por uma comoção nacional. O 2014 já está quente, 
tanto em termos de alegações de corrupção mais altos níveis de governo - o que é trivial 
para nós pela morte de um cinegrafista reclamando no Rio, em fevereiro de 2014; Com a 
intensificação da revolta popular no Rio contra a política de "pacificação" das favelas 
sem o devido respeito aos direitos civis do povo das montanhas. Até o final da Copa do 
Mundo, o Brasil ainda não entrou em campanha eleitoral na íntegra e sempre tem a 
possibilidade de intensificação da luta popular.


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