(pt) Anarkismo.net: A Copa do Mundo eo défice democrático De Bruno Lima Rocha (ca) [traduccion automatica]

a-infos-pt ainfos.ca a-infos-pt ainfos.ca
Domingo, 8 de Junho de 2014 - 08:50:52 CEST


Os protestos de maio, junho e julho de 2013, no Brasil, o efeito da Copa das 
Confederações, representou uma libertação simbólica e emocional a partir do topo da 
sociedade. ---- Iniciar outra série de artigos em que eu resolver o déficit de democracia 
direta como responsável pela falta de legitimidade de grandes eventos esportivos como a 
Copa do Mundo de 2014. ---- Neste texto trago conceitos-chave para essa falta de 
legitimidade ea tentativa frustrada de demonstrar a manipulação cultural do esporte mais 
popular do país. Vamos começar com o básico. ---- enviar o impressão o ---- Seria 
reafirmar noções elitistas leves como "o futebol é o ópio do povo". Infelizmente muitos de 
nossos sistemas culturais intelligentsia que organizam a vida do desconhecido da maioria, 
incluindo o lazer, o corpo, a religiosidade eo espírito gregário.

Mas, enquanto não devemos condenar a "paixão nacional", não podemos repetir acriticamente 
a adesão às estruturas de poder por causa das piores esportes profissionais jogados no 
país. Para desespero da auto-satisfação, é precisamente porque o futebol entendido pela 
maioria, torna-se fácil para expor as contradições e os conflitos de interesses que cercam 
a Copa do Mundo.

Os protestos de maio, junho e julho de 2013, no Brasil, o efeito da Copa das 
Confederações, representou uma libertação simbólica e emocional a partir do topo da sociedade.

Mais de dois milhões de pessoas estavam reivindicando seus direitos-orgânico ou 
difusamente e comparou o tratamento dado pelos poderes que a lista de pedidos da FIFA para 
a execução do orçamento da União e dos serviços públicos brasileiros.

Vem daí o slogan "queremos que os hospitais e as escolas com as regras da FIFA." O ano 
passado marcou uma mudança de paradigma na política de massas e agora o seu fruto amargo é 
coletado, apatia e malícia para o grande evento.

A simples verdade é que ninguém foi consultado, ou simbolicamente, se queria ou não apoiar 
o compromisso e despesas da Copa do Mundo. Se o governo de Lula, no auge de sua 
popularidade, tinha feito uma extensa consulta, mesmo via Internet simbólico, teria a 
posição necessária.

Agora, estamos na véspera do torneio e à beira de uma eleição presidencial, eo país em que 
vivemos o paradoxo da falta de apoio popular. Contra isso, a opinião predominante é 
dividido. Os conglomerados patrocinadores do evento, bem como o conseqüente retorno 
financeiro e de mídia desejo.

O direito não está no governo discretamente apoia o fracasso da seleção para os resultados 
de raiva nas urnas. O país do futebol amadureceu.

Brasil sedia a competição deste ano para o país que o esperado. Representamos cinco 
regiões e doze cidades-sede para a Copa do Mundo de 2014 São:. Porto Alegre (RS), Curitiba 
(PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belho Horizonte (MG), Brasília (DF), Fortaleza 
(CE), Natal (RN), Salvador (BA), Recife (PE) e Manaus (AM).

Manipulação a que me referi não está relacionado com o fato de que não há escritórios em 
todas as grandes regiões do país, a crítica reside na escolha do capital menos tradição no 
futebol. Um exemplo é o Centro-Oeste, onde o futebol goiano poderoso não está 
representada, sendo substituído por centros menores no esporte, como o Distrito Federal ou 
Cuiabá. O mesmo vale para a Amazônia. Belém tem dois poderes dentro das quatro linhas, e 
ainda não se encaixa com o servidor, dando origem a sua Manaus.

Em ambos os casos, após o torneio os novos estádios não serão usados com a mesma 
intensidade que eles tanto Mangueirão (Belém), como Serra Dourada (Goiânia), tendo sido 
remodelado para o evento. O argumento para nacionalizar a competição global no FIFA não 
corresponde à dimensão nacional do futebol e de outros interesses oligárquicos que compõem 
a base de "aliado" sempre suave. O efeito direto é a supervalorização da terra urbana, em 
resposta a consórcios locais de grandes obras, clientes eternos de fundos públicos.

Já publicidade apelo gerado benefícios para o povo brasileiro. Isto veio através do slogan 
"Venha para a rua, porque a rua é o maior nível de Brasil." O jingle foi tocada pelo grupo 
respeitável O Rappa, sendo de autoria do compositor e cantor Wilson Simoninha e foi 
encomendado pela campanha de Fiat 2013.

Seu efeito é direto e interessante. Transferido formato mercadoria e operado como um 
catalisador para a indignação nacional contra os excessos do FIFA e prioridades de 
investimento. Ao promover a participação popular, chamou a atenção da corporação e da 
hegemonia transnacional do esporte, e ajudou a associação Revisão dos símbolos e cores com 
a "paixão nacional". Ironia da história contemporânea, fomos convidados a aderir ao evento 
como "brasileiro", mas felizmente estamos protestando e Argentina.

blimarocha  gmail.com

www.estrategiaeanalise.com.br

Link relacionado: 
http://estrategiaeanalise.com.br/contenido-original-en-castellano/la-copa-del-mundo-y-el-deficit-democratico,443996ed1a1633ac572d24e2e85e8a33+01.html


More information about the A-infos-pt mailing list