(pt) UNIPA - Toda solidariedade aos companheiros(as) da Federação Anarquista Gaúcha Publicado em 24 de junho de 2013 por uniaoanarquista

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Terça-Feira, 25 de Junho de 2013 - 08:45:17 CEST


Em mais um ato de violência e repressão aos que estão na luta ao lado do povo! Homens das 
forças de repressão, se apresentando como agentes da Polícia Federal, invadiram a sede da 
Federação Anarquista Gaúcha (FAG) no último dia 20 de junho. Sem ordem judicial, os cerca 
de 15 agentes apreenderam diversos materiais e também tentaram prender uma companheira. -- 
Na sequência dos atos de repressão e criminalização, o governador Tarso Genro/PT do Rio 
Grande do Sul atribui à FAG crimes de ódio, chamando a organização de anarco-direitista. 
---- Mas o governador não é único a criminalizar o movimento anarquista. A Polícia Militar 
do Rio de Janeiro, após a violenta desocupação da Aldeia Maracanã, procurou justificar 
seus atos afirmando que a existência de uma bandeira anarquista hasteada na Aldeia era a 
prova das intenções daqueles que lá estavam e que, por isso, o uso da força era necessário.

O PSTU publicou um texto criminalizando os anarquistas e Zé Maria de Almeida, dirigente do 
PSTU e da CSP-Conlutas, publicou nota que atribui aos anarquistas a violência contra 
manifestantes partidários nos atos pela redução das tarifas do transporte público. Assim, 
o governador Tarso Genro/PT, a PM do Rio de Janeiro e o PSTU, fazem coro com a mídia 
burguesa criminalizando aqueles que sempre lutaram pela causa do povo.

A repressão contra a FAG não é inédita, em 2009, por ocasião das mobilizações contra o 
governo Yeda Crusius/PSDB, sua antiga sede já havia sido invadida pela polícia civil do 
Rio Grande do Sul.

Os militantes da União Popular Anarquista (UNIPA), repudiam toda e qualquer repressão aos 
que lutam e as tentativas, de quem quer que seja, de criminalizar o anarquismo. Estamos 
solidários aos companheiros e companheiras da FAG. Afirmamos que todos esses atos de 
violência do Estado, do Capital e dos reformistas só aumentam nossas convicções, e a 
certeza da estratégia da ação direta na luta reivindicativa e a organização da autodefesa 
de massas para as manifestações de rua.

  Avante anarquistas!

Não a criminalização dos lutadores do povo!


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