(pt) Chile, Dada a repressão de 13 de Junho (ca, en) [traducción automática]

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Sábado, 15 de Junho de 2013 - 17:35:04 CEST


Com a crescente repressão do governo contra os movimentos sociais, o espancamento recebido 
pelo nosso colega Pedro Aguilera, presidente da Student Center Manuel Barros Borgoño 
Lyceum ea invasão sem precedentes da sede das Forças Especiais tomadas na Universidade do 
Chile, Santiago FEL seção afirma: ---- ¿Quantos mais? ---- Companheiros que lutam por 
educação gratuita e de mudança estrutural geral no sistema de ensino, estamos agora 
confrontados com um fenômeno que não pode continuar acontecendo até o lado de nossa 
atenção. Repressão atual vivendo qualquer mobilização, além disso, o aluno, quando 
confrontado com as forças dos Carabineros nenhum acidente e nós sabemos, responde a uma 
necessidade de manter o estado atual de um sistema que de forma recursiva gera desigualdade.

Como parte dessa repressão é um parceiro secundário da nossa organização bateu hoje ele 
até a morte por um grupo de policiais e depois à esquerda na rua durante o protesto 
convocado pelo CONFECH. Essa ação, se for repetida e constantemente denunciada por atores 
mobilizados, não encontrou resposta maior do que vídeos testemunhais e, pior, que 
transporta mais de três anos que o ciclo vicioso de abuso.

Como os estudantes libertários entender Frente chamamos repressão como uma ferramenta que 
tem o sistema atual para invalidar qualquer processo de mudança, seja da mídia, reduzindo 
a atual disputa para uma caricatura de violência sem sentido, como a violência mesmo como 
ensinado hoje a polícia chilena em confrontos que são gerados com o movimento estudantil. 
Isso às vezes provoca tumultos, protestos e repressão às vezes silêncios ponta balas, gás 
lacrimogêneo e lumazos, os silêncios medial caracterizar as ações da polícia como 
protetores da sociedade para vândalos, sabemos que não são.

Deve ser equilibrado com esta ferramenta, mostrando seu autoritário e despótico, que é 
capaz de deixar corpos de companheiros massacrados parar a dor após uma experiência 
traumática. Esta repressão sistemática deve ser combatido, hoje, com uma organização 
social de tal forma que a adição de alcançar cada vez mais colegas nesta disputa, 
construir uma força capaz de gerar a mudança na educação e para proteger e defender a 
dignidade ea integridade física das pessoas realizar essa disputa.

Para a Educação Livre, pública e de qualidade para todos
ACIMA E LUTA!

Alunos libertário Front - Seção Santiago
Fabian Fech vice Araneda


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