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Sábado, 9 de Fevereiro de 2013 - 20:44:38 CET


Telelixo, telemiséria Missão: aniquilar o sentido crítico ---- A telemiséria espiritual 
dos massmedia já não esconde as suas pretensões de manipulação em larga escala. Sustentar 
este sistema basea do na degradação psicológica, ou seja espiritual, e reduzir o homem a 
um mero objecto de consumo e de produção necessita de estratégias propagandísticas muito 
elaboradas, similares às da Alemanha nazi. ---- “Defender” o tão cacarejado “estado de 
bem-estar”, com a saúde e a educação à cabeça, ou a luta de egos que deriva da 
infantilização da sociedade, são condi ções essenciais para manter o sistema
actual. ---- A confusão que gera a telemiséria e a propaganda que transmite, com os seus 
programas de entretenimento, notícias, etc., passam para um primeiro plano e a sua 
principal missão é aniquilar o pensamento objectivo e crítico de cada um de nós.

  A destruição programada a nível psico-
  lógico e espiritual do homem serve de
  base para que seja usado, submetendo-o
  ao sofrimento e à condenação que esse
  uso implica, fragmentando-o e reduzin-
  do-o a uma mera peça produtiva do
  capitalismo e a uma luta de egos inter-
  minável que ele próprio tolera e aceita,
  seja de forma consciente, seja inconsci-
  ente.

Adaptado de
  http://matapuces.blogspot.com.es/

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Évora, cidade degradada

Recentemente foi criada no facebook
uma página dedicada à denúncia de
atentados ao património e ao estado
de degradação da cidade de Évora.

Esta página, que reúne já cerca de 400
gostos, trouxe a público o estado de
degradação de alguns edifícios no
Centro Histórico, a péssima manuten-
ção de algumas ruas e avenidas, carros
abandonados, desleixo puro e simples
de quem devia ter como missão cuidar
do espaço público e não o faz, seja a
Câmara, sejam as Juntas de Freguesi-
as, sejam outras entidades.

Intitulado “Évora - Cidade em Degra-
dação”, é um exercício de cidadania
que deve ser apoiado e todas as quei-
xas e situações menos claras - desde o
estado das ruas aos maus tratos do
património edificado - para ali canali-
zadas, de forma a todos termos um
conhecimento directo dos problemas
que afectam a cidade em que vivemos.

https://www.facebook.com/pages/%C3%
89vora-Cidade-em-Degrada%C3%A7%C3%
A3o/409050225830204?fref=ts

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Natal é sempre que os supermercados quiserem

Apesar da crise e da miséria que mi-
lhares de famílias atravessam, este
período de Natal continua a ser uma
verdadeira Meca para o consumo
mais desenfreado. Em nome da tradi-
ção natalícia, impôs-se à sociedade
um mercantilismo de inutilidades,
propagandeadas por todos os meios
de comunicação social e por todas as
formas de transmissão de mensagens,
desde a publicidade nas caixas de
correio aos grandes outdoors.

As grandes superfícies ostentam filas
e filas de prateleiras de objectos ge-
ralmente inúteis ou facilmente pres-
cindíveis mas que a voragem do con-
sumo faz com que muitos os adqui-
ram, numa espécie de psicologia de
massas que a todos - pelo menos aos
que podem - transforma em vorazes
consumidores.

O Pai Natal cada vez se assemelha
mais a Belmiro de Azevedo ou a Soa-
res dos Santos exigindo que tenha-
mos sempre à mão o cartão de multi-
banco para o enfiarmos nos seus
“sapatinhos”.

A crítica ao consumismo - mesmo em
tempo de crise - e à qualidade dos
produtos que adquirimos deve ser
constante mas reforçada neste perío-
do natalício em que todos os meios
de propaganda e publicidade estão
virados contra nós enquanto consu-
midores.
T.M.

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“O indivíduo é a verdadeira realidade da vida, um universo em si próprio. Ele não existe 
em função do Estado, ou de esta abstração que se chama sociedade ou nação, e que não é 
outra coisa senão um amontoado de indivíduos. O homem foi sempre, é necessariamente, a 
única fonte, o único motor de evolução e de progresso. A civilização é o resultado de um 
combate contínuo do indivíduo ou dos agrupamentos de indivíduos contra o Estado e até 
contra a sociedade, isto é, contra a maioria hipnotizada pelo Estado e submetida ao seu 
culto” - Emma Goldman


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