(pt) Biografadas Anarquistas Históricas em Filmes Apresentados na Mostra Internaciona l de Cinema em São Paulo

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Domingo, 1 de Novembro de 2009 - 10:53:58 CET


A Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, na sua 33ª edição,
selecionou 424 filmes de vários países para serem exibidos, de 23 de
outubro à 5 de novembro de 2009, em diversas salas da cidade. Desta vez o
festival traz dois filmes “anarquistas”: A Mulher do Anarquista (Die Frau
Des Aanarchisten) - 2008 - Alemanha,
Espanha, França; e Louise Michel, A Rebelde (Louise Michel) - 2009 –
França. Os filmes serão exibidos nos dias 30 e 31 de outubro e 01 e 05 de
novembro.Confira os horários e locais aqui: www.mostra.org

A Mulher do Anarquista

Sinopse

Mais de um milhão de pessoas perderam a vida na Guerra Civil Espanhola,
dois milhões tornaram-se prisioneiros e meio milhão foram expulsas da
Espanha. Durante esses angustiantes anos entre o golpismo de Franco e o
fim da 2ª Guerra, passa-se a história de uma jovem e seu eterno amor. O
advogado Justo Calderón, brilhante republicano, luta contra Franco tanto
nas trincheiras quanto no rádio como a “Voz da Revolução”. Sua elegante e
jovem esposa Manuela é mimada, apolítica, mas uma amorosa mãe para a filha
Paloma, e muito apaixonada por seu marido. A jovem família sofre os
horrores da Guerra Civil, toda a dor da traição, o confinamento, a tortura
e as angústias da separação. Quando as tropas de Franco vencem, Manuela
perde contato com Justo. Sozinha, sem dinheiro, ela e Paloma lutam para
sobreviver. Mas Manuela não perde as esperanças de reencontrar Justo um
dia. Na sua incansável busca pelo marido, ela vê uma foto num artigo de
uma revista sobre prisioneiros num antigo campo de concentração e se
convence que é ali que Justo está. Agora, sua busca tem uma nova urgência.

Louise Michel, A Rebelde

Sinopse

Louise Michel é uma francesa revoltosa da Comuna de Paris. Embora todos
saibam seu nome, ninguém sabe quem ela é. Condenada por ter combatido as
tropas de Bismark, depois de um tempo na prisão Rochefort, ela é enviada
como milhares de revolucionários para a distante Nouméa, na Nova
Caledônia, enquanto em Paris o jovem George Clémenceau tenta obter anistia
para todos os comunas. Professora, amiga do famoso Victor Hugo, torna-se
em Nouméa uma resistente admirada por todos os homens. Ela não só anima
suas companheiras de prisão como também faz amigos entre os nativos da
ilha, conhecidos como Kanaks. Ensina-lhes francês, aprende os seus
costumes e fica ao lado deles quando se levantam contra a autoridade
colonial. Sua anarquia não é uma ideologia, mas uma atitude moral. Ela
conclui a detenção lecionando numa escola que reúne na mesma sala crianças
Kanaks e outras etnias.

agência de notícias anarquistas-ana




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