(pt) [Aotearoa - Nova Zelândia] Dia Global de Ação – Derrubar as Acusações!

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Sábado, 13 de Setembro de 2008 - 22:39:15 CEST


[Dia 30 de agosto aconteceu o Dia Global de Ação, em apoio e solidariedade
aos “Urewewa 20”, que são vinte pessoas, entre indígenas, anarquistas,
ambientalistas e ativistas anti-guerra, que foram presos em 15 de outubro
de 2007, numa operação covarde e inesperada, que envolveu mais de 300
policiais fortemente armados, e enquadrados sob "ameaças concretas de
terrorismo", dentro da jurisdição neozelandesa do Ato de Supressão
Terrorista (TSA).]
Num dia frio e triste, os gritos de “Não mais Estados Policiais” ecoaram
através da Queen Street, em Auckland Central, enquanto mais de 200 maoris,
sindicalistas e esquerdistas se uniram em uma manifestação para defender
os “Urewewa 20”, e lembrar os Ataques ao Terror do Estado de 15 de Outubro
do ano passado.
Havia faixas e contingentes de Tuhoe, Unite, Aotearoa Socialista, Partido
dos Trabalhadores, e do Coletivo Anarco-Feminista de Auckland, com
indivíduos da NDU, Partido Verde e Maoridom. Keith Lock, que falou sobre o
quão bravo ele estava por Tame Iti estar sendo tratado pelo Partido
Trabalhista como um terrorista e não como um líder do povo Tuhoe. As
pessoas deixaram o local com espíritos elevados, com o movimento que
começou no último 15 de Outubro de 2007, re-acesas e prontas para lutar.
A família Maori de Palmerston North (ou simplismente Palmy, como os
residentes locais costumam a chamar) saiu para apoiar o Dia Global de Ação
e o/as ativistas que foram presos durante os “ataques ao terror”. Imagens
e sons das opressões em Palmy foram projetados contra a Casa da Corte em
apoio ao Dia Global de Ação.
O apoio indígena internacional estava presente com as Primeiras Nações
Manuhiri, da Ilha da Tartaruga (América).
O/as Panteras de Palmy apareceram com muita força (com suas crianças) –
nenhum abacate (militar) estava presente. Korero focou seu apoio ao Tino
Rangatiratanga, ao movimento Te Mana Motuhake o Tuhoe, e na oposição ao
Ato de Supressão Terrorista (TSA).
150 pessoas seguiram em uma viva marcha através da cidade de Wellington e
pararam na frente de uma delegacia de polícia para contar uma vergonhosa
história, de sua violência e truculência; uma passagem pelo escritório do
candidato do Partido Trabalhista, Grant Robertson, resultou em uma janela
muito bem quebrada. Gritos e slogans foram lançados para as pessoas que
estavam dentro do escritório do Partido Trabalhista, chamando o governo de
“escorias racistas”.
Duncan Allan, da United, cotejou as lutas do/as trabalhadore/as ao redor
do mundo aos ataques sofridos pelos ativistas e expressou a solidariedade
do sindicato. A manifestação terminou com uma bonita peça feita por um
músico local, Imon Starr, que proclamou a todo/as para manterem a paixão e
a luta.
Faixas foram levantadas e panfletos foram distribuídos em diversos países
em apoio ao chamado internacional de Dia Global de Ação, para derrubar as
acusações: Hamburgo, Basel, Lausanne, Freiburg, Berlin, Congo.
Em Melbourne o/as trabalhadore/as e ativistas se reuniram contra os
ataques das autoridades neozelandesas e repressões sofridas pelos
movimentos dos povos mexicanos.
Mais infos e fotos das manifestações: www.october15thsolidarity.info
Tradução > Marcelo Yokoi


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