(pt) [Brasil] RAUL SEIXAS: O HOMEM NOVO EM 68

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Domingo, 15 de Junho de 2008 - 11:02:24 CEST


Saudações a todos.

Do nosso jeito, estamos procurando contribuir com as discussões que
culminarão com as JLP/SP. Com essa inteção estaremos lançando textos,
nossos e de outros, co o intuíto de trazer uma luz par as discussões que
se travam nesse momento no MLB, em especial em SP num momento em que se
fala em funda uma 'federação especifista (?)'. Já estamos lançando, em
edição limitada, um novo caderno de 'TEXTOS PARA A DISCUSSÃO D'O COLETIVO
LIBERTARIO', tratando da questão federalista dentro do movimeto anarkista
e demosntrando a inexistencia, fora do Brasil, fora da histórica, fora do
anarksimo clássico do termo 'especifsimo' e 'especifista' - só usado por
eles mesmos!!!
Nessa contribuição procuramos mostrar a importancia e atualidade do
anarkismo, trazendo a tona uma visão de uma bolchevique que atuou no ME na
década de 60, sobre a figura do militante e ativista libetário Raul seixas
(que esses mesmos 'especifistas' insistem em dizer que não era
anarkista!!! assim como dizem que o anarkismo não existe como movimento,
que o anarkismo acabou no Brasil na década de 30, que os anarkistas são de
marte e naõ estão inseridos socialçmente!!!).
Contra essas acusações não apontamos o eddo para ninguem. Nós repondemso
com fatos! Nós sutentamos a discussão com argumentos!
Saude!
Lembre sempre:
ANARKIA NÃO É BAGUNÇA!
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RAUL SEIXAS: O HOMEM NOVO EM 68

“Raul Seixas procura ser a conexão entre o individual e o social. Ele
procura lutar conta a ditadura militar no Brasil, mas sem se esquecer de
si mesmo! Havia uma forte divergência na década de 60 entre nós, que
éramos da esquerda, que estávamos na Rua Maria Antonia na época da briga
com a direita alojada no Mackenzie, e aquele pessoal que gostava de
Caetano Veloso e do movimento tropicalista, por que para nós, aquela idéia
de “caminhar contra o vento sem lenço e sem documento “... soava como um
desincentivo à militância política. E aquela atitude deles de se usar
drogas e discutir sobre rebeldias meramente comportamentais, não combinava
com a postura que precisava ter o militante de esquerda: nós deveríamos
estar sempre alertas, pois a qualquer momento poderíamos sofrer ataques da
repressão, e o uso de drogas implicaria em nos tirar desse estado de
alerta. Foi Raul Seixas quem construiu uma ponte entre essas duas
tendências: a da militância política e a da ênfase na dimensão
individual.” –(Professora Liana Trindade – Faculdade de Filosofia da USP,
2003. – in “RAUL SEIXAS E SEU TEMPO: Vivendo a sociedade Alternativa”, de
Luiz Lima)
___________________________________________________________________________
O COLETIVO LIBERTÁRIO
Lembre Sempre:
ANARKIA NÃO É BAGUNÇA!

E-mail:
cldvulg1985  yahoo.com.br

Blog:
http://www.grupos.com.br/blog/ocoletivolibertario/






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