(pt) [Aljustrel , Portugal] Centro Cultura Anarquista Gonçalves Correi a: Lançamento de "Alambique" , 4 Outubro

a-infos-pt ainfos.ca a-infos-pt ainfos.ca
Sexta-Feira, 28 de Setembro de 2007 - 09:27:56 CEST


http://www.goncalvescorreia.blogspot.com/
Início das actividades

As actividades pelo clube aljustrelense irão dar início pelo dia 4 de
Outubro, com o lançamento do Alambique, a nova publicação confeccionada
por estas bandas. Esta mesma apresentação também andará pelo CCL
(Cacilhas) no dia 5 de Outubro e pelo Porto, na Casa Viva no dia 6.


Por agora fiquem com o editorial do Alambique


Alambique, s.m. [do ár. ‘anbiq] –
1. Aparelho próprio para realizar destilações –
2. Fig. Aquilo que serve para apurar ou aprimorar

Depois de alguns meses em fermentação o ALAMBIQUE começa a destilar.

Esta é uma publicação que surge do projecto anarquista Centro de Cultura
Anarquista (CCA) Gonçalves Correia, que se movimenta entre Aljustrel,
Ferreira do Alentejo e Castro Verde e restante Baixo Alentejo. Já em 2003
o CCA de Ferreira do Alentejo juntara na difusão do pensamento libertário
diversos companheir  s da região. De há um ano para cá, ressurge o CCA,
agora denominado Gonçalves Correia (em nome da mais renomeada herança
anarquista da zona), junto do Club Aljustrelense, espaço que
periodicamente abre portas às nossas iniciativas.

Os objectivos: estreitar as afinidades libertárias e procurar divulgar
através de várias iniciativas públicas diversas questões e problemas que
combatam a apatia, o medo e o conformismo que nos sufoca. Dar viva voz ao
protesto.

O ALAMBIQUE surge depois de um ano de actividades no Clube, onde o
projecto assentou arraiais. A necessidade de dar a conhecer o que fazemos,
de sair portas fora tornou-se ao longo deste tempo algo imperativo. Não
apenas com vista a um alcance maior, mas para quebrar com a passividade de
nos fecharmos num getho, numa tribo, com os mesmos de sempre. Nesse
sentido o Club Aljustrelense só por si, é isso mesmo: um clube. E o nosso
projecto pese querer contribuir sobremaneira para a sua dinamização, nunca
pretendeu encerrar-se na dinâmica fechada de um espaço que tem a sua vida
própria com as suas virtudes e os seus defeitos.

Nesta nossa (des)construção afirmamos não apenas a crítica ao insaciável
capitalismo e autoritarismo que nos rodeia. Queremos também, informal e
livremente, que a nossa festa e o nosso companheirismo não seja a
alienação que nos querem impor, mas a revolta com que queremos aprender a
viver.



More information about the A-infos-pt mailing list