(pt) BOLETIM FAÍSCA #18

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Segunda-Feira, 6 de Fevereiro de 2006 - 18:20:14 CET


Olá!
Você está recebendo o boletim da Faísca Publicações Libertárias!

Assuntos deste boletim:
1. Promoção: ?A Faísca Paga o Correio!?
2. Lançamento IEL: Eleitor, Escuta! / A Podridão Parlamentar de Sébastien
Faure 3. Revista Letra Livre # 44
4. Próximo lançamento Faísca: O Anarquismo Social de Frank Mintz
5. Agenda Libertária 2006
6. Artigo: ?Os Anos Lula: um presidente democrático e popular? de José 
Damiro de Moraes


#1. PROMOÇÃO: ?A FAÍSCA PAGA O CORREIO!?#
Para começar bem o ano, vamos logo de cara com uma ótima promoção: você 
compra qualquer um (ou mais de um; ou muito mais de um) dos nossos  quase
100 livros do catálogo
(http://www.editorafaisca.net/distribuidora.htm) e não paga nada de 
correio! É isso aí, você compra os livros e nós pagamos o correio para 
qualquer lugar do país. Pode ser um, dois, cinco ou todos os livros do 
catálogo. A promoção é válida até o final do mês de fevereiro.
Escreva-nos agora e faça a sua encomenda!


#2. LANÇAMENTO IEL: ELEITOR, ESCUTA! / A PODRIDÃO PARLAMENTAR DE SÉBASTIEN
FAURE#

O Instituto de Estudos Libertários acaba de publicar esse livro, cujo 
objetivo fundamental é dar fôlego à Campanha pelo Voto Nulo, proposta  por
grupos libertários (para saber mais sobre a campanha, leia o
manifesto em
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/02/344466.shtml). São  dois
artigos do escritor francês; um petardo na cara dos políticos de  plantão
que infestam a política parlamentar. O livro tem 80 páginas e  preço de R$
16,00. Se você adquiri-lo pela Faísca até o fim do mês, o  correio sai por
nossa conta. Abaixo enviamos os excertos da quarta capa:

?A soberania do povo é um ludíbrio e uma mentira; é uma escamoteação;  um
gesto de prestidigitação. O parlamento é um foco de podridão. O 
parlamentarismo é um regime de absurdo, impotência, corrupção e
nocividade. A ação parlamentar é um excelente terreno para a classe 
burguesa, mas um mau terreno, o pior, para a classe operária. É preciso 
desertar e permanecer resolutamente no terreno da batalha
revolucionária. Só os anarquistas lutam contra a sociedade capitalista  de
um modo constante, consciente e ativo pelo abstencionismo, que não 
consiste apenas em não tomar parte no escrutínio, não se servir da arma 
irrisória que a Constituição põe em suas mãos ? a cédula do voto.?


#3. LANÇAMENTO DA REVISTA LETRA LIVRE 44#

Acaba de sair a edição número 44 da revista Letra Livre, feita pela 
editora Achiamé do Rio de Janeiro. Há 10 artigos e uma entrevista com 
Edgar Rodrigues. Destaque para um interessante artigo de José Damiro de 
Moraes, membro do Fenikso Nigra, sobre os anos Lula (enviamos um trecho 
logo abaixo), e para uma bela contribuição do companheiro Milton Lopes  da
FARJ, em um artigo sobre Elisée Reclus e o Brasil. Você pode
adquiri-la pela Faísca por R$ 7,00 (nós pagamos o correio) ou fazer a  sua
assinatura diretamente com o editor, escrevendo para
letralivre  gbl.com.br.


#4. PRÓXIMO LANÇAMENTO: O ANARQUISMO SOCIAL DE FRANK MINTZ#

Sai da gráfica esta semana esta maravilhosa co-edição feita entre a 
editora Imaginário, a Faísca, o Coletivo Anarquista Terra Livre e a 
Federação Anarquista do RJ. Nele, Frank Mintz ? um dos maiores
historiadores do mundo sobre a Revolução Espanhola e Revolução Russa, 
membro da CNT-PTT francesa ? nos traz uma análise contemporânea do 
anarquismo, repassando alguns acontecimentos importantes da história do 
anarquismo, e traçando perspectivas contemporâneas para as atuações 
libertárias. Abaixo, enviamos o sumário e alguns excertos do livro.  Para
encomendas, escreva-nos.

SUMÁRIO:

Apresentação / Tudo à direita / Tudo à esquerda: a visão de Bakunin / A 
via é traçada: o papel de Kropotkin / Uma outra via traçada: Malatesta, 
do programa à luta contra Mussolini / Rumo ao naufrágio: do
?umbiguismo? adorado às ações gloriosas imediatas / Uma aplicação: a 
Ucrânia / Outra aplicação: a Espanha / Em outro rumo: os I.W.W.,os 
Operários Industriais do Mundo / Conclusão

?As condições de aparecimento do anarquismo não são mais as mesmas do 
século XIX. Embora o capitalismo seja idêntico em seu mecanismo
interno, a extensão do consumo e dos meios em sua posse (técnica de 
persuasão psicológica, show business, internet, publicidade) fazem com 
que essas engrenagens sejam infinitamente mais perversas e sedutoras. A 
crítica anarquista situa-se sobre três planos, que são, de fato, um 
único: o poder, o poder que sustenta ser melhor, o sistema econômico, 
base desses dois poderes. [...]

São os movimentos de massa que representam a única maneira de opor-se a 
um capitalismo que monopoliza, por muito tempo ainda, a força e as 
iniciativas nesse campo. A ação nas massas supõe uma contra-informação 
para poder ser acessível. Com efeito, existe uma perda do vocabulário 
político acarretada pela inconsistência geral do sistema educativo 
neoliberal, pelo peso da televisão e dos eventos esportivos e do cinema 
em detrimento da leitura. Essa influência sendo, de resto, em parte,  uma
necessidade para esquecer o estresse e a inquietude disseminados  pelo
capitalismo. É preciso, igualmente, um desvelamento do papel da  mídia
capitalista para que essa contra-informação seja compreensível.  Nossa
cultura sindical, de anarquismo social, dedica-se a dar a palavra  aos
anônimos, decriptar as reações dos seres laminados por anos de 
embrutecimento, desvelar o presente. O capitalismo, bem mais que o  Islã,
impõe o porte do véu para os homens e as mulheres. O véu do  pensamento
politicamente correto, da hierarquia benfazeja, do egoísmo  redentor, do
dinheiro antes de tudo. E as masmorras do passado são  abertas para que as
mensagens da Ucrânia, de Cronstadt, das greves  vitoriosas e dos grandes
atos de solidariedade iluminem o presente. Um  outro futuro torna-se
tangível, os desconhecidos de ontem vibram, em  parte, no espírito de
hoje, com suas hesitações, suas discussões. A  dignidade, a confiança e a
lucidez estão bem acompanhadas. Esse prisma  permite-nos ver as produções
da ?cultura? que nos impõem e assimilar o  que nos reforça. [...]

É estando com os explorados, os assalariados, as vítimas do
autoritarismo que as idéias anarquistas podem ser conhecidas e
aplicadas. Os grupos de iniciados fechados sobre si mesmos matam as 
idéias que tencionam defender. São os militantes implicados em
atividades sociais (anarco- sindicalismo, atividades de bairro etc.)  que
são a fonte de um desenvolvimento rápido das idéias de Bakunin e 
Kropotkin.?


#5. AGENDA LIBERTÁRIA 2006#

Dentro de algum tempo, terminarão as Agendas Libertárias 2006. Não  deixe
para última hora. Publicada pelo Instituto de Estudos Libertários  (IEL),
a Agenda Libertária 2006 recorda, com textos, 120 anos do
Primeiro de Maio, 100 anos da Carta de Amiens, 70 anos da Revolução 
Espanhola, 100 anos do 1º Congresso Operário Brasileiro, 130 da morte  de
Mikhail Bakunin, dentre outras importantes datas.

Preços:
1 unidade ? R$ 20,00 + R$ 3,00 de correio para qualquer lugar do país.
Pacote com 10 unidades (para quem quiser revender) ? R$ 130,00 (R$  13,00
cada uma) + R$ 10,00 de correio.
Para outras quantidades, entre em contato.


#6. ARTIGO: OS ANOS LULA: UM PRESIDENTE DEMOCRÁTICO E POPULAR DE JOSÉ 
DAMIRO DE MORAES#

Abaixo, enviamos os primeiros parágrafos deste artigo, que está na 
íntegra na revista Letra Livre 44, previamente anunciada acima, ou no 
nosso site (http://www.editorafaisca.net/anoslula.htm).

A imprensa brasileira tem dado grande destaque para a situação política 
pela qual passa o PT e o governo com Lula presidente. Muito além das 
denúncias, envolvendo dirigentes tanto do PT como de outros partidos, 
outras questões estão sendo discutidas no campo da organização social. 
Também novas perspectivas apresentam-se para a esquerda, passando pela 
concepção de luta que visa a superação do capitalismo, através de um 
projeto socialista.

Objetivando apontar algumas considerações, vamos desenvolver este texto 
nas seguintes direções: o histórico do PT e sua luta pelo poder
político, ao dispor-se a empreender reformas no sistema; a estratégia  com
base nos princípios leninistas de organização e de tomada do poder;  os
equívocos que isto representou para o campo das lutas contra o  Capital no
século XX.


LANÇAMENTOS FAÍSCA
Para mais detalhes, escreva-nos solicitando um catálogo ou consulte nosso
site!

A GUERRA DA TARIFA Leo Vinicius 64 pgs. * 14X21 * R$ 12,00

NOTAS SOBRE O ANARQUISMO Noam Chomsky 224 pgs. * 14X21 * R$ 35,00

AUTOGESTÃO HOJE: TEORIAS E PRÁTICAS CONTEMPORÂNEAS
Michael Albert, Noam Chomsky, Pablo Ortellado, Murray Bookchin e
Abraham Guillén
124 pgs. * 14X21 * R$ 15,00

RUMO A UM NOVO ANARQUISMO
Andrej Grubacic
36 pgs. * 15X21 * R$ 5,00

A IDEOLOGIA DO ANARQUISMO
Rudolf Rocker 20pgs. * 14X21 * R$ 4,00

O ANARQUISMO HOJE: UM PROJETO PARA A REVOLUÇÃO SOCIAL Union Régionale 
Rhône-Alpes 88pgs. * 14X21 * R$ 20,00

A RELEVÂNCIA DO ANARQUISMO PARA A SOCIEDADE MODERNA
Sam Dolgoff
64pgs. * 14X21 * R$ 10,00


Faísca Publicações Libertárias
www.editorafaisca.net
faisca  riseup.net

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mensagem para faisca  riseup.net, com o título RETIRE-ME.






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