(pt) anarkismo.net: Periódico El Libertário da Venezuela: O "anarquismo" de direita à serviço da burguesia e do intervencionismo (ca, en, it, fr)

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Quarta-Feira, 6 de Setembro de 2017 - 10:34:44 CEST


Como leitor da imprensa anarquista, fiquei perplexo em observar que, como resultado dos 
protestos de fevereiro de 2014 na Venezuela, o jornal El Libertario se afastou 
radicalmente dos princípios e propósitos do anarquismo, adotando uma linha em sintonia com 
os meios de comunicação de massa e em funcionalidade com o estatismo, a burguesia de 
direita e o intervencionismo. O periódico El Libertario, através de uma linguagem cidadã 
tipicamente burguesa em defesa da Democracia e dos Direitos Humanos, chegou até a exigir 
através do seu site digital a intervenção de organizações como a OEA na Venezuela (1) e 
emitir manipulações como a afirmação de que o movimento de fevereiro na Venezuela nasceu 
da "espontaneidade". (2) ---- Dias antes, Rafael Uzcátegui, editor de El Libertario, num 
artigo chamado Manifesto Nini, disse:

"Hoje é uma necessidade de oxigenar a paisagem política viciada do país, reinventar as 
dinâmica movimentistas e recuperar uma institucionalidade democrática que responda às 
necessidades das pessoas". (3)

Ao ler esta declaração de intenções democrático-burguesas, me perguntei quais foram as 
motivações de Rafael Uzcátegui para uma posição tão reformista. Decidi então ler o tal 
jornal com atenção para compreender que interesses perseguem tal virada ideológica e 
visualizar os possíveis vínculos concretos da mídia com a burguesia e os mecanismos que 
usam em nome da "Anarquia" para manipular mediaticamente, tanto em nível nacional como 
internacional.

Antes de prosseguir, considero pertinente lembrar que as críticas àqueles que participam 
da elaboração de El Libertario tendem a se concentrar principalmente no fato de serem 
pessoas de classe média, "sifrinos", como diriam na Venezuela. Essas críticas considero 
insuficientes, uma vez que, sem ser um tema menor, a origem social dos editores, o 
importante e fundamental para o anarquismo historicamente tem sido a prática política e a 
consciência libertária. Mas aqueles que apoiam El Libertario, além de pertencerem às 
classes médias privilegiadas, exercem uma atividade política concreta essencialmente 
burguesa: colaboracionismo, conciliação de classe, intervencionismo, cidadania e pacifismo 
burguês. Então vou tentar mostrar o porquê.

El Libertario e seu vínculo direto com a organização burguesa Provea

O editor de El Libertario, Rafael Uzcátegui, conhecido nos círculos anarquistas como autor 
do livro Venezuela: A Revolução como espetáculo, é um dos principais teóricos e 
funcionários liberados da ONG Provea, uma organização que foi fortemente questionada por 
seu caráter parcial a favor dos partidos de direita na Venezuela. (4)

Provea e El Libertario compartilham a mesma linha discursiva de defesa da democracia, da 
constituição e os direitos humanos. Rafael Uzcátegui, não é um simples empregado de uma 
empresa como qualquer um de nós poderia trabalhar, maso trabalho que desenvolve em Provea 
corresponde a uma atividade de militância política remunerada como liberado de dita 
organização. O jornal El Libertario se apresenta como o braço comunicacional da Provea, 
prova disso é que promovem no seu site digital as declarações de Provea, tanto as escritas 
(5) quanto as em formato de video (6).

O discurso para os Direitos Humanos e a Democracia, historicamente relacionado à esquerda, 
é atualmente uma arma do capitalismo intervencionista e neocolonizador. Foi em nome da 
democracia e dos direitos humanos que os genocídios e invasões do Iraque, do Afeganistão e 
da Líbia foram consumados. Este discurso é elogiado por ONGs que apelam abertamente ao 
intervencionismo, uma prática de comunicação fortemente criticada por diferentes círculos 
anticapitalistas, um exemplo concreto é a crítica do intervencionismo da Amnistia 
Internacional pela revista anarquista Amor y Rabia. (7)

Na Venezuela, a dinâmica é semelhante: o próprio Rafael Uzcátegui, através do twitter (8), 
emitiu declarações da Provea, chamando abertamente o intervencionismo internacional: "Os 
eventos na Venezuela mostram a deterioração das instituições públicas para efetivamente 
arbitrar na diversidade de posições políticas que existem na Venezuela. Diante dessa 
situação, é muito importante que vários setores da comunidade nacional e internacional 
reajam ". (9)

O que esta ONG se refere como uma "comunidade internacional"? A AIT? O mundo anárquico e 
trabalhador? Tem de ser muito ingênuo para pensar tal coisa. Eles se referem claramente a 
organizações politico-militares associadas a organizações como a União Européia e 
principalmente a Organização dos Estados Americanos, onde o governo dos EUA se destaca. 
Não é coincidência que Provea seja financiada por agências da burguesia internacional 
desses Estados.

Quem está por trás da Provea?

A Provea é financiada principalmente pelos EUA e a Europa. É a mesma organização que 
assinala em seu site receber financiamento direto de diferentes empresas e Estados (10). 
Entre os financiadores govenamentais se destaca a Inglaterra, um estado que tem sido 
protagonista dos Estados Unidos no genocídio do Iraque e do Afeganistão. (11)

Também é digno de nota o financiamento dos EUA para Provea pela organização "democrática" 
e "muito preocupada com o povo venezuelano", Open Society Institute (12), uma organização 
do terrorista financeiro e especulador profissional George Soros (13). Situado por Forbes 
como um dos 10 homens mais ricos dos EUA (14), George Soros é conhecido por sua habilidade 
de rapina no mundo da especulação global e foi o principal protagonista da quarta-feira 
negra, crise financeira que em 1992 causou a falência do Bank of England, ao permitir que 
este especulador aumente sua fortuna em mais de um bilhão de dólares. (15)

Entre os financiadores privados da Provea também figura a Ford Motor Company (16), uma 
empresa com importantes interesses industriais na Venezuela (planta de automóveis em 
Valência, estado de Carabobo). A Ford Motor Company tem uma longa história de colaboração 
com regimes fascistas, financiou o nazismo (17) e foi a primeira grande empresa 
internacional a colaborar com Franco (18). A empresa foi acusada na Argentina de ter 
participado diretamente da detenção ilegal, tortura e desaparecimento de seus próprios 
trabalhadores sob a ditadura militar de Videla e a junta militar que governou a Argentina 
entre 1976 e 1983. (19) A história criminosa de Ford é infinita. Destaca-se também o caso 
da demissão antisindical de 58 delegados da assembleia coordenadora em 1977 na fábrica de 
Almussafes, em Valência, na Espanha. Também ficou conhecido o caso de demissão contra o 
companheiro secretário geral da CNT na Ford, Alfredo Martinez, ao se opor ao Toyotismo. 
(20) Outro caso de terrorismo patronal da Ford foi deixar na rua 450 famílias de 
trabalhadores do Puerto de Santa María em Cádiz em 2011 para deslocalização, apesar de a 
fábrica apresentar grandes lucros desde 1990. (21)

Outro organismo financiador da Provea é a CEJIL (22), organização paraestatal dos EUA, 
cuja missão é, de acordo com seu site: "promover mudanças sistemáticas em nível estadual e 
servir de jurisprudência para a região" (22). CEJIL é consultora oficial da OEA, 
Organização dos Estados Americanos, onde os EUA exercitam e fortalecem seu domínio 
político, militar e econômico na região. (23)

Outros Estados que financiam a Provea são Austrália, Finlândia, Holanda, Noruega; Alemanha 
através de organizações como Dienste em Übersee e a Espanha através da organização 
católica Funderetica (24). Entre os financiadores privados da Provea também se destaca o 
gigante químico-farmacêutico Merck (25), uma empresa que especula com a saúde de milhões 
de pessoas, com presença em centenas de países.

Provea também recebe financiamento direto da UE, (26) Organização de Estados que tem sido 
fortemente questionada como cúmplice do golpe fascista na Ucrânia no início de 2014. (27)

Em um artigo chamado "Autonomia para os movimentos sociais", Rafael Uzcátegui, editor de 
El Libertario e ativista pró-ativo da Provea, defende "a criação de múltiplos espaços de 
sobrevivência e resistência, autônomos e totalmente alheios ao Estado e à iniciativa 
privada "(28) ... Diante tal declaração, pergunto-me: como se pode falar de autonomia 
quando recebe financiamento diretamente da alta burguesia para suas atividades políticas?

El Libertario e a manipulação analítica da revolta de fevereiro na Venezuela

Na declaração diante os eventos de fevereiro a março de 2014 na Venezuela, o editor 
coletivo de El Libertario afirma: "Ao contrário do que foi dito sobre tumultos apenas de 
burgueses e pequenos burgueses, eles têm um conteúdo social transversal onde há pessoas de 
todos as condições ". (29) Em face disso, parece que El Libertario "esquece" "de que os 
movimentos burgueses historicamente foram policlassistas. Que melhor exemplo do que a mãe 
de todas as revoluções: a Revolução Francesa, um movimento onde participaram pessoas de 
diferentes classes e estratos sociais. No movimento golpista e reacionário que finalmente 
derrubou o governo social-democrata de Salvador Allende, também participaram pessoas de 
diferentes classes sociais, desde trabalhadores das minas, dos transportes até grandes 
capitalistas e proprietários de terras. O que determina se um movimento é burguês não é 
simplesmente a origem social dos sujeitos participantes, mas a intencionalidade do mesmo.

No mesmo relatório sobre a revolta de fevereiro, o jornal El Libertario afirma: "É 
importante insistir que esta insurreição coletiva tem sido e é basicamente espontânea". (30)

Esta é uma tremenda manipulação sociopolítica. Afirmar que os protestos de fevereiro foram 
espontâneos é tentar dar-lhe um caráter de auto-organização e cores anárquicas para um 
movimento profundamente autoritário. Um movimento motivado principalmente por slogans 
reacionários, como o "fim da insegurança" (mão dura e prisão por delinquência), "Maduro 
Vete Ya" e "SOS Venezuela", é claramente um movimento autoritário filofascista em busca do 
intervencionismo, golpismo e, que de imediato, não conseguiria outra coisa que mudar um 
presidente por outro no Poder do executivo.

Não se pode falar de espontaneidade, quando foram os grandes partidos de direita e da 
ultra-direita que chamaram a se sublevar contra o governo ao grito de 'Maduro Vete YA'.

Não se pode falar de espontaneidade quando testemunhamos como, através da mídia burguesa 
de comunicação, há toda um trabalho para incentivar os protestos e o intervencionismo. Não 
se pode falar de espontaneidade, quando, durante anos, setores da burguesia venezuelana, 
apoiados por governos de diferentes latitudes e especialmente pelos Estados Unidos, 
procuraram derrubar os governos chavistas de qualquer jeito. Não se pode falar de 
espontaneidade, quando a direita venezuelano repete o mesmo roteiro que finalmente acabou 
derrubando o governo social-democrata de Salvador Allende. Não se pode falar de 
espontaneidade, quando, durante décadas e décadas, os países latino-americanos sofreram 
levantes fascistas, com milhares de mortos, torturados e desaparecidos, liderados pela 
burguesia internacional.

Os partidos convocaram os protestos de fevereiro (Voluntad Popular, Primero Justicia) 
correspondem à direita mais reacionária da Venezuela. Eles são o equivalente à UDI no 
Chile ou ao PP na Espanha. A direita mais rançosa da Venezuela.

El Libertário e a manipulação histórica
A repressão do Estado terrorista deve ser sempre denunciada e criticada, mas equiparar ao 
Caracazo de 1989, um movimento popular, espontâneo e anticapitalista contra as políticas 
canalhas do FMI, com a revolta burguesa e reacionária que assola desde 12 de fevereiro 
setores da região é uma manipulação e um insulto às classes oprimidas e exploradas. O que 
viveu a Venezuela não é um 15M de 2011, onde o "povo espanhol" sem um discurso político 
claro foi lançado na rua para protestar contra a classe política em parte e contra o 
capitalismo, outros. Não é um "Que se vayan todos! (Fora todos!)" que saiu às ruas na 
Argentina de 2001 contra o golpe do corralito. O que experimentou a Venezuela em fevereiro 
de 2014 foi um movimento liderado por partidos de ultra-direita cujo principal desejo era 
o de derrubar o governo do burocrata Nicolás Maduro e se apoderar da máquina de Estado. Ou 
seja, a revolta de fevereiro foi um movimento estatista, autoritário e burguês, de 
intenções golpistas e práticas filofascistas.

Insisto, a repressão se deve denunciar sempre, mas somar-se mediaticamente às 
manifestações que foram convocadas por partidos de direita é uma prática autoritária e 
burguesa, uma prática tão ou mais autoritária como apoiar os governos de forma direta ou 
através do mecanismo eleitoral.

No que diz respeito aos estudantes reprimidos, é indubitável que os libertários, onde quer 
que estejam devem se solidarizar com os e as reprimidos/as, mas quando os governos de 
esquerda ou de direita reprimem estudantes no Chile, não justifica que o movimento 
estudantil se some hipoteticamente aos protestos da direita. Da mesma forma, não imagino 
anarquistas andaluzes, bascos, catalães ou galegos, participando das mobilizações do PP ou 
da Democracia Nacional. Embora não seja comparável, mas dada a discussão, mesmo os grupos 
autônomos de esquerda como VOP e setores radicalizados do MIR para o período da Unidade 
Popular (UP) no Chile (1970-1973), por mais críticos que fossem de Allende, não se somavam 
aos protestos da burguesia de direita que buscavam criar as condições necessárias para o 
golpe contra o governo da UP.

O libertário e sua falsa crítica ao marxismo

Também considero importante comunicar que El Libertario em certos documentos aparentemente 
critica a posição marxista da tradição leninista latino-americana de "poder popular". No 
entanto, não hesita em publicar através do seu site digital, as análises e os apelos do 
PSL, partido trotskista, ou seja, marxista e estatista. No entanto, o Libertario e a 
Provea organizam atividades em conjunto com o PSL, como o Sindicato e o Encontro Popular 
em Caracas (31), onde compartilham uma trincheira com a Revolução Revolucionária e 
Autônoma, o braço do sindicalismo estatista do PSL. (32)

O libertário da Venezuela como uma voz da burguesia

O jornal El Libertario, através do seu site digital, durante os protestos de fevereiro e 
até hoje, tem se dedicado a divulgar diferentes atividades e propagandas do direito 
venezuelano, como "Cadeias humanas" (33), "vigílias" (34 ) e 'Testemunho: sobre os 
protestos em Maracaibo' (35). Nesta seção você pode preencher páginas e páginas com 
citações semelhantes. A manipulação da mídia de El Libertario é infinita. Todos os dias 
que verifico o seu site digital, encontro novas entradas - alguns são do meu agrado, devo 
dizer - de fato, a tática de manipulação de mídia de El Libertario consiste em imagens 
interpostas, frases de Bakunin e comunicados anarquistas de importantes organizações 
libertárias internacionais com propaganda autoritária e conciliação de classe. É assim que 
eles enganam e geram simpatia em diferentes meios de comunicação anarquistas. Mas é uma 
questão de revisar um pouco mais o seu site digital para deixar claro que a tendência 
liberal em El Libertario é predominante.

Também é habitual ler no El libertário comunicados da ONG neocolonizadora Amnistia 
Internacional.

A trincheira do editor de El Libertario, Rafael Uzcategui, é a cidadania estatista, suas 
análises se baseiam em citações reiteradas aos direitos humanos e às misérias autoritárias 
como a constituição. Em uma coluna publicada em 17 de março de 2014, Rafael Uzcategui 
afirma que "é preciso ser firme em condenar atos de violência e ter força em rejeitar 
qualquer mecanismo não constitucional" (36).

Preciso explicar por que defender a constituição não é uma prática anarquista? Desde 
quando os anarquistas são responsáveis pela defesa da ordem constitucional dos Estados?

Conclusões

O jornal El Libertario da Venezuela é o máximo exponente do "anarquismo" de direita na 
América Latina, é um informativo que manipula de maneira descarada. Sua principal função é 
trazer pessoas que têm simpatia por idéias anarquistas para posições liberais e de 
pró-cidadania e, portanto, funcionais para o Estado, ao capitalismo e a sociedade dividida 
em classes.

O jornal El Libertario é um meio diretamente financiado pela burguesia internacional 
através da organização paraestatal Provea, ou seja, não só se alheiam dos princípios e 
propósitos do anarquismo em nível comunicacional, mas também a sua posição específica no 
nível social é absolutamente burguesa e reacionária: a burocracia privada, os think tank, 
o subvencionismo, o parasitismo, a hipocrisia sistêmica, a conciliação de classes e os 
absurdos teóricos e práticos. Em suma, o jornal El Libertario é um meio liberal, 
representante da burguesia, funcional ao estatismo e à classe dominante, são, portanto, 
inimigos das classes oprimidas e exploradas.

Considerações finais

A intenção deste texto não é justificar sob nenhum motivo a repressão do Estado terrorista 
venezuelano, tampouco é um um aceno para a social-democracia populista que governa a 
Venezuela, mas é um chamado à atenção para o mundo popular e principalmente para pessoas 
que trabalham com contra-informação, crítica anticapitalista, organizações autônomas e 
anarquistas, federações estudantis e anarcosindicalistas para que tenham pelo menos um 
pouco de prudência em lidar com análises liberal-burguesas e o panfletarismo de El 
Libertario da Venezuela.

A intenção do texto tampouco é defender as tendências que criaram identidade com o 
chavismo, nem com aqueles partidos e organizações que escrevem poemas para Chávez. É 
verdade que os governos Chavitas ganharam a simpatia de amplos setores da esquerda, 
também, infelizmente, de pequenos setores que se autoproclamam como libertários, não é 
intenção deste artigo criticar essas tendências, mas vou comentar que aqueles que dirigem 
ou indiretamente, apoiar os governos podem ter, talvez, muito boas intenções, mas não são 
anarquistas. Pessoalmente, não considero a FARV uma organização anarquista também. Na 
verdade, posso concordar com as pessoas de El Libertario nas campanhas abstencionistas que 
realizaram em contraste com a FARV, que fizeram campanha para apoiar os candidatos a poder 
de Chávez. No entanto, o anarquismo não é meramente abstencionismo, pode-se ser 
abstencionista e, ao mesmo tempo, um burguês funcional para os interesses do capitalismo. 
Pode ser abstencionista e ao mesmo tempo autoritário e déspota.

Independente das políticas públicas promovidas pelos governos chavistas, este, como 
qualquer outro governo, continua a reproduzir e fortalecer a dominação do capitalismo e, 
como qualquer outro estado, o venezuelano usa a violência dos mercenários e das forças 
policiais contra a sociedade. É tarefa de todos denunciar aqueles que colaboram com os 
governos, bem como a tarefa de todos, denunciar as tendências liberais que se disfarçam 
como anarquistas.

@tierrarevuelta

1) O Pilatos OEA 
http://periodicoellibertario.blogspot.com.es/2014/03/opinion-la-oea-de-pilatos.html
(2) Declaração dos acontecimentos de fevereiro-março 2014 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/declaracion-ante-los-eventos-de-febrero.html
(3) manifesta Nini  http://rafaeluzcategui.wordpress.com/2014/02/03/manifiesto-nini/
(4) É algo para consulte a página e nota que mais Fornecer uma ONG é um partido político 
real ou outro braço do Estado, de acordo com a ocasião. http://www.derechos.org.ve/
(5) Fornecer: Boletim Internacional de fevereiro 2014 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/provea-boletin-inernacional-febrero-2014.html
(6) Fornecer: Situação dos direitos humanos no Vzla a 21/02/14 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/02/provea-situacion-de-los-ddhh-en-vzla-al.html
(7) A Anistia Internacional colonialismo com um rosto amigável 
http://noticiasayr.blogspot.com/2014/01/amnistia-internacional-colonialismo-con.html
(8)

(9) As organizações de direitos humanos sociais e na Venezuela acção urgente para difundir 
situação no país 
http://www.derechos.org.ve/2014/02/24/organizaciones-sociales-y-de-ddhh-de-venezuela-difunden 
-Ação-urgente-a-Country-situação /
(10) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(11) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(12) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(13) Fundações Open Society (George Soros) 
http://en.wikipedia.org/wiki/Open_Society_Foundations
(14) Soros se junta à lista das 10 maiores fortunas dos EUA 
http://gestion.pe/noticia/1306213/soros-se-une-lista-10-mayores-fortunas-eeuu
(15) Quarta-feira Negra  http://es.wikipedia.org/wiki/Mi%C3%A9rcoles_negro
(16) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(17) Ford, o maior apoio dos EUA nazista
http://www.curistoria.com/2013/03/ford-el-mayor-apoyo-estadounidense-del.html
(18) Entrevista com Antonio Pérez Collado por Enric Llopis para Rebellion 16-05- 2012 
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=149632
(19) Procesados três ex-executivos da Ford na Argentina 
http://www.rcinet.ca/es/2013/05/22/procesados-tres-ex-directivos-de-la-ford-en-argentina/
(20) Entrevista com Antonio Pérez Collado por Enric Llopis para Rebellion 16-05- 2012 
http://www.rebelion.org/noticia.php?id=149632
(21) Blog fim anarquista, notícia publicada em 12 de outubro de 2011 
http://ordenanarquista.wordpress.com/2011/10/12/14-octubre-dia-de-accion-internacional-contra-ford-visteon
(22) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(23) Sobre Nós (CEJIL)  https://www.cejil.org/cejil/quienes-somos
(24) Fornecer: Quem faz possível a nossa missão 
http://www.derechos.org.ve/provea/quienes-hacen-posible-nuestra-mision/
(25) Ibid.
(26) Ibid.
(27) Nazi-Maidan e golpe na Ucrânia  http://www.tercerainformacion.es/spip.php?article65171
(28) Rafael Uzcátegui / autonomia para os movimentos sociais 
http://www.derechos.org.ve/2014/02/03/rafael-uzcategui-autonomia-para-los-movimientos-sociales/
(29) Declaração dos acontecimentos de fevereiro-março 2014 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/declaracion-ante-los-eventos-de-febrero.html
(30) Ibid.
(31) Encontro Sindical y Popular 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/encuentro-sindical-y-popular-acordo.html
(32) Ibid.
(33) cadeias Humanos 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/protesta-creativa-en-vzla-las-cadenas.html
(34) Vigílias 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/protesta-creativa-en-vzla-las-vigilias.html
(35) sobre os protestos em Maracaibo 
http://periodicoellibertario.blogspot.com/2014/03/testimonio-sobre-las-protestas-en.html
(36) Rafael Uzcátegui / A responsabilidade do Presidente 
http://www.derechos.org.ve/2014/03/17/rafael-uzcategui-la-responsabilidad-del-presidente/

Related Link: http://www.alasbarricadas.org/noticias/node/29092

https://www.anarkismo.net/article/30486


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