(pt) [Itália] A falência de Gentiloni By A.N.A. (ca, en, it, fr) [traduccion automatica]

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Domingo, 3 de Setembro de 2017 - 09:29:10 CEST


O primeiro-ministro Gentiloni, esboçou publicamente no domingo, 20 de agosto, entre outras 
coisas, a próxima lei orçamentária. ---- Inspirado por dados recentes sobre o produto 
interno bruto, disse que o crescimento econômico voltou, alegando que o resultado da 
política do governo de Matteo Renzi, o governo Gentiloni manterá. O próximo desafio seria 
então a "qualidade do crescimento em termos de emprego e contra a exclusão social"; com 
isso em mente a próxima lei orçamentária conterá medidas limitadas para o crescimento, com 
intervenções destinadas a favorecer o emprego, com incentivos a contratação permanente e 
estável e um extraordinário compromisso para as políticas ativas de trabalho. ---- Esta é 
claramente uma operação de propaganda, com o qual o governo tem como objetivo primordial 
desorientar os explorados, os desempregados, aqueles que estão em mobilidade, os 
desempregados, esperando a renovação das redes de segurança sociais, prometendo inclusão 
no mundo do trabalho impossível para todos os efeitos práticos.

Centenas de milhares de trabalhadores foram afetados pelas crises empresariais, muitos dos 
quais estão sem nada e agora estão esgotando os mecanismos normais de proteção de renda, 
mesmo em face de uma redução progressiva e eliminação de algumas das medidas decididas 
pelo Governo.

Enquanto os trabalhadores ocupados estão substancialmente estáveis, a Itália é um dos 
últimos países da União Europeia que ainda não se recuperou dos níveis do produto interno 
bruto antes da crise de 2007, apesar dos cortes e sacrifícios sofridos pelas classes 
trabalhadoras.

Dez anos após a eclosão da crise econômica, só aumenta o desemprego e a pobreza, e se têm 
diminuído e piorada as pensões, a educação, a saúde, e as várias formas de assistência 
social. Dezenas de bilhões de euros foram roubados dos redutos mais baixos, sem saber o 
que aconteceu com eles. A gestão imprudente dos governos, de centro-direita, e também os 
da centro-esquerda, passando ainda por aqueles "técnicos" está ai para todos verem: nós 
não nos encontramos diante de um fracasso, estamos diante de uma falência, o dinheiro 
tomado dos trabalhadores, pensionistas, desempregados, e que seria usado para garantir um 
mínimo de segurança social foram desviados em favor dos grandes grupos industriais e 
financeiros, dos círculos militares e aparatos clericais.

Confrontado com o fracasso evidente e o risco de uma revolta social, a partir do 
descontentamento dos trabalhadores das empresas em crise, Gentiloni busca lançar mais uma 
promessa de novos empregos, o que irá resultar em mais uma chuva de financiamentos em 
favor dos capitalistas, ainda com outro corte salarial. Sua finalidade é apenas chegar, 
sem muito choque, ao final de sua legislatura; em seguida, passará a bola para outra pessoa.

No entanto, seria possível recuperar o dinheiro para os serviços sociais, os cuidados, as 
pensões, a renda dos demitidos e desempregados cortando as grandes obras que nunca 
terminam, o corte de gastos de financiamento e de isenções fiscais militares para a Igreja 
Católica, cortando despesas de juros, fazendo com que a reforma tributária seja um 
instrumento de reequilíbrio social, retornando com os impostos diretos altamente 
progressivos. Seriam medidas que um governo reformista, um governo de esquerda, poderia 
fazer sem as suas contradições, e provavelmente também satisfazem o eleitorado. Mas todos 
os governos não podem deixar de servir os interesses dos seus primeiros apoiadores, as 
classes privilegiadas e exploradoras.

É por isso que a condição dos explorados tende a piorar até que seja posto um fim à 
arrogância do governo, até que ocorra eliminação dos exploradores, pela expropriação geral 
dos meios de produção.

Tiziano Antonelli

Fonte: http://www.umanitanova.org/2017/08/23/la-bancarotta-di-gentiloni/

Tradução > Liberto


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