(pt) France, Alternative Libertaire AL Novembre - Filme: Amandine Gay, "Open Voice" (en, it, fr) [traduccion automatica]

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Domingo, 26 de Novembro de 2017 - 07:43:20 CET


O documentário de Amandine Gay, Open la voix, dá voz àqueles que nunca o têm: mulheres 
negras, que contam a história da vida diária que enfrentam. Testemunhos essenciais. ---- O 
lançamento de Open the Voice, o documentário de Amandine Gay, em 11 de outubro no cinema é 
um tour de force. Um turno de força daquele que trabalhou incansavelmente por quatro anos 
para disponibilizar as imagens e a mensagem do filme ao público em geral. ---- Além do que 
nos dizem as dificuldades de lançar o filme (veja nossa entrevista com o diretor acima), 
precisamos pensar sobre o significado desse documentário. Na primeira forma. Muito 
simples, mas perfeitamente executado, quase pode parecer austero. Alguns relatórios dão 
toques de cor a todas as entrevistas. ---- Nós sentimos que o que importa não é tanto os 
rostos como o que eles têm a dizer. É a voz de que se trata, e essas vozes são claras e 
falam alto. Eles primeiro contam como eles aprenderam que eram pretos. Ou seja, a maneira 
como os outros tiveram que mostrar para eles. Este racismo diário não os deixou desde então.

O filme então sai em um redemoinho de histórias de partes da vida. Cento e vinte minutos 
que não vemos passar, porque essas peças, colocadas de ponta a ponta, nos mostram 
realidades cruas que a nossa sociedade pós-colonial gostaria de esconder.

A luta a ser travada

Para ler no Alternative Libertaire mensal de novembro a entrevista de Amandine Gay, a 
diretora do filme

De  onde você vem ? - De Limoges. - Não, mas de onde você vem ?  Da orientação escolar aos 
problemas de saúde mental, os temas são amplos porque ocupam toda a vida. Estes são, em 
primeiro lugar, depoimentos, que só podemos ouvir para entender. Mas também é uma reflexão 
sobre a luta a ser travada e os efeitos que tem em nossas vidas. Nesse sentido, todos os 
lutadores e todos os ativistas serão capazes de reconhecer suas perguntas e suas 
hesitações. De forma muito simples e humilde, algumas mulheres, tão militantes, se sentem 
cansadas e cansadas.

Mas a luta não pára. O filme abre precisamente o caminho, abrindo a voz, para as futuras 
gerações militantes. Passageiro ? Este documentário pode ser um deles.

Adèle (AL Montreuil)

Amandine Gay, Open Voice, 2017, 122 min.

http://www.alternativelibertaire.org/?Film-Amandine-Gay-Ouvrir-la-voix


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