(pt) Brazil, Coletivo Aanarquista Luta de Classe [CALC] - NO BATENTE No4, Outubro de 2014 - Editorial + Eleições, As Eleições no Paraná

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Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2014 - 16:21:41 CET


Editorial ---- Olá companheiros e companheiras! Teremos as eleições burguesas de novo e 
mais uma vez não há nada de novo para a classe trabalhadora. O que os anarquistas 
afirmavam desde o final do século XIX ainda é válido: As mudanças que o povo precisa não 
virão das urnas! ---- Nessa edição do No Batente, convidamos você a ler uma breve análise 
de conjuntura estadual e nacional, e também uma resposta à pergunta que sempre nos é 
feita: como votam os anarquistas? ---- Ou se vota com os de cima Ou se luta com os de 
baixo! Boa leitura! ---------------------- Eleições: A saída à esquerda não é nas urnas, 
mas nas RUAS! -- Elementos da conjuntura eleitoral - Adaptado de Coordenação Anarquista 
Brasileira (CAB) ---- O contexto de eleições em nosso país precisa ser analisado a partir 
de alguns elementos da conjuntura brasileira que procuraremos apontar nesta análise. São 
aspectos que acreditamos relevantes e em certa medi-
da condicionantes de uma compreensão mais
rigorosa das eleições e de algumas conclu-
sões libertárias que no final apontaremos. A
versão nesta edição do "NO BATENTE" é re-
duzida, confira a publicação completa da CAB
no site:

anarquismo.noblogs.org ou
anarquismopr.org.


Quando o "Ganha, ganha" pode se tornar o "Ganha, perde"

O Governo PT tem apresentado um pa-
drão de gestão que na CAB denominamos
neodesenvolvimentismo. Combina elementos
do desenvolvimentismo, como investimentos
altos do Estado em setores estratégicos da
economia, mas com certa repaginação, pois o
Estado entra mais como financiador do que
como agente direto do desenvolvimento, em
conjunto com elementos do neoliberalismo,
privatização de serviços públicos, só que de
forma mascarada (EBSERH, por exemplo).
Tais políticas são combinadas com políticas
sociais que garantem condições mínimas de
existência para uma parte da população
(Mais Médicos, Bolsa Família) e forte expan-
são do crédito, visando à criação de um
mercado consumidor de massas no Brasil
que de quebra ainda agrada parcela da po-
pulação que passa a adquirir propriedades e
bens duráveis.

Temos visto que este modelo começa a
demonstrar certo cansaço. O próprio Banco
Central aponta para um crescimento do PIB
de 0,7%, menor crescimento desde 2009,
período de recessão econômica mundial. Tal
expectativa reflete a desaceleração dos se-
tores responsáveis pelo crescimento econô-
mico que são: o automobilístico (recuou 2-
0%, e em vendas 7,33%), construção civil
(venda de imóveis cresceu metade do ano
passado, 15%) e varejo (cresceu metade do
ano passado, 4%). Este franco descenso
vem do alto endividamento das famílias bra-
sileiras, 57 milhões de brasileiros já se en-
contram inadimplentes, destes, 60% dos
endividados têm contas atrasadas que supe-
ram toda a renda mensal. A falta de distri-
buição de renda e de aumentos reais em
salários são outros pontos importantes, pois
também encontramos um quadro negativo:
enquanto 124 pessoas concentram mais de
12% do PIB, 43% das famílias brasileiras
apresentam uma renda per capita inferior a
um salário mínimo.
Mas para manter a aparência de "país
rico", o governo e a mídia disseminam o
conceito de "classe média" como se houves-
se mesmo, na prática, esse segmento que
se diferencia dos pobres e miseráveis. Para
o governo, essa "classe média' abrange a
população com renda per capita de R$291
até R$1.019, ou seja, mais da metade da
população brasileira pertence à classe mé-
dia. Esta renda média está muito abaixo da-
quilo que o DIEESE aponta como necessário
para se ter acesso aos direitos fundamen-
tais, a instituição estipula que o salário míni-
mo brasileiro deveria ser de R$2.621,70
(2013). Tal contexto de desaceleração do
crescimento desagrada os de cima, e o endi-
vidamento, alta da inflação e corrosão do
poder de compra desagrada os de baixo,
fazendo com que o consenso traçado
pelo governo PT, a conciliação de clas-
ses, desmorone. A classe dominante come-
ça a exigir que o governo tome medidas
que piorem a vida dos de baixo (aumento
de imposto, menos gastos sociais), assim
vemos o "ganha, ganha" (isso é, ganha em
cima e ganha em baixo) voltando a ser o
"ganha, perde". Vemos isso refletido na a-
provação do governo: já foi de 68% em
2010 e chegou a bater em 39%. É notável
que setores da classe dominante migraram
para o apoio à Marina, fazendo com que
esta chegasse a ameaçar a reeleição de Dil-
ma e a continuidade por mais 4 anos de
governo PT.

Sem crescimento econômico:
debandada dos de cima... Sem garantia
de Direitos: Insatisfação dos De Baixo!

Com vemos, as classes dominantes já
não estão muito satisfeitas com menos lu-
cros (o que não significa ausência de lucro).
E as classes exploradas pouco têm a come-
morar, a não ser algumas migalhas que e-
ram sonegadas pelos antigos governos. Ve-
mos que os serviços: saúde, educação,
transporte e saneamento não mudaram
muito. A lógica privatizante impera com
Fundações, Empresas Públicas de direito
privado (EBSERH) e reforço ao setor priva-
do da educação (PROUNI, FIES) que leva a
74% das matriculas no ensino superior se-
rem para as universidades pagas. Isso re-
flete na qualidade dos serviços, somente
62% das pessoas com curso superior e 35-
% das pessoas com ensino médio completo
são classificadas como plenamente alfabeti-
zadas; na saúde 93% das pessoas se en-
contram insatisfeitas com o SUS, 64% dos
hospitais estão sempre superlotados, 81%
das unidades tem falta de médicos e 73%
das instalações são inadequadas. No que se
refere ao saneamento básico, dos 100 mai-
ores municípios, 34 não tem plano de sane-
amento. Estima-se que 35,5 milhões de
pessoas não acessam o saneamento básico.
Nem poderia ser diferente, quando
42% do orçamento se destinam à dívida
pública é muito difícil modificar os gastos
com serviços, ou seja, sem romper com os
agiotas (bancos), não se faz mudança.
Principalmente sem romper com a nefasta
Lei de Responsabilidade Fiscal (que obriga
o governo a pagar a dívida), não se mexe
em muita coisa, e isso nenhum dos candi-
datos majoritários se propõe a modificar.

Igual não é, mas também não cai muito longe...

Parte da esquerda desqualifica seu
próprio debate apontando que o PT segue a
mesma cartilha neoliberal do PSDB. Enten-
demos que tais afirmativas, para além de
serem de certo modo inverdades, desquali-
ficam a esquerda que acaba por afirmar
que a realidade promovida pelo PSDB,
de privatizações estrito senso, e me-
nos participação do Estado na economia
são idênticas por parte do governo PT. A
política de protagonismo econômico do Bra-
sil frente à economia mundial é um dos di-
ferenciais, o Banco do Brics é um de seus
últimos exemplos, mas a lógica ainda é ca-
pitalista.

Não se pode comparar o atual gover-
no ao período do PSDB, quando somente de
95 a 2000 o desemprego cresceu 155,5% e
o investimento público na geração de em-
prego declinou 32,2%. Soma-se que em
2000 o desemprego batia os alarmantes
15% (hoje 5%). Todavia vemos que a lógi-
ca privatizante permaneceu (agora sob a
égide das PPPs), e que o investimento pú-
blico, como demonstramos, não atingiu a-
quilo que se espera de um governo refor-
mista. Deste modo, destacar diferenças não
significa capitular ao "melhorismo" do PT,
nem mesmo defendê-lo, mas compreender
uma reconfiguração dos inimigos de classe.
Ou seja, não há como negar que o governo

PT se preocupou de alguma forma em favo-
recer a parcela mais precarizada da popula-
ção brasileira, porém, sempre com políticas
dualistas, onde os pobres ganham um pou-
co e os ricos ganham muito mais. Outro
elemento que vem aproximando PT e PSDB
são a repressão e perseguição dos movi-
mentos sociais, vemos presos políticos se
proliferarem por todo o Brasil, com forte
apoio do PT, que foi um dos partidos que
mais se esforçou em aprovar mecanismos
jurídicos para perseguir movimentos soci-
ais. O PT faz isso com auxilio da mesma
mídia golpista que denuncia, mas que nun-
ca quis enfrentar.

Do outro lado, superando Aécio, ve-
mos Marina (REDE travestida de PSB) apa-
recer como "alternativa" sustentável. Esta
já capitulou em suas pautas cedendo ao
agronegócio seu ponto central que são as
políticas ambientais. Cedeu também para o
apoio dos militares e como sintoma mais
assustador de sua capitulação, ou seja, de
sair do PT à direita, pretende entregar a
economia brasileira ao sistema financeiro
(isto é, desregulamentá-la completamente)
por meio da autonomia do Banco Central.
Entendemos que estes 3 projetos (PT,
PSDB e PSB/REDE) representam variações
administrativas no marco do Estado e que
seguirão ajustados às relações de poder do
sistema de controles do capitalismo finan-
ceiro. Não podemos nos deixar iludir pelas
falsas alternativas; a SAÍDA À ESQUERDA É
SÓ UMA.

As Ruas são a Única Saída à Esquerda

Junho de 2013 nos mostrou que exis-
te certo descontentamento com o governo
atual, principalmente pelos setores médios
da população. Porém, a esquerda combati-
va (leia-se esta, a esquerda que luta por
fora do poder burguês) tem tido imensas
dificuldades de aglomerar todo este des-
contentamento em termos de organização e
construção programática dos de baixo. Nes-
se sentido veremos setores oportunistas
"surfando na onda", da necessidade de mu-
dança, chamando às "urnas" que são o
"verdadeiro" lugar da cidadania (Marina Sil-
va tão prontamente tomou este posto).

Segundo a Pesquisa Agenda Brasil Ju-
ventude, nove em dez jovens acreditam
que podem mudar o mundo, 83% enten-
dem que a política é importante e destes
45% (a resposta mais escolhida) entendem
"a participação e mobilização nas ruas e
ações diretas" são o mais importante. Con-
cluímos que esta juventude trabalhadora
que foi às ruas em junho, que não viveu os
tempos derradeiros do PSDB e não viu os
anos de ouro do PT, entende que escolher o
menos pior não é o caminho para transfor-
mação, mas são as ruas este caminho.

As relações de poder que garantem os
privilégios e dominação das classes domi-
nantes não serão alteradas pelas eleições.
Nesse sentido, antes mesmo das eleições
começarem, podemos ter uma certeza: as
classes dominantes vencerão (não a toa os
grandes capitais financiam as três candida-
turas), e as classes oprimidas perderão,
perder com governos que já tem pactuados
seus acordos com as elites, os donos do
poder, perder quando se enganarem e vi-
rem o poder neste processo, e assim se
deixando cooptar por algo que somente le-
gitima a Ditadura Burguesa com a áurea de
democrática.

A única vitória possível pelos oprimi-
dos virá de sua organização e luta, pois
mesmo as reformas não virão de uma má-
gica varinha de condão do Estado, por isso,
para nós Socialistas Libertários, a política
dos de baixo não se faz nas urnas, mas no
cotidiano do protagonismo de classe e da
ação direta. Falar disso no atual momento
não significa mais remeter a abstrações ou
ao passado "dos anos dourados dos movi-
mentos de massa", mas remeter a algo que
evoca no imaginário coletivo um real exer-
cício do poder do povo. Sem sermos ingê-
nuos acreditando que só ir as ruas basta,
sabemos que a falta de organização de ba-
se fragiliza os processos de mobilização e
facilitam as tentativas de controle pelos do-
minantes. Deste modo, nossa aposta é nas
RUAS como espaço privilegiado da ação po-
lítica, mas também é a aposta na ORGANI-
ZAÇÂO horizontal e de base que fortalece a
AÇÃO DIRETA, com uma agenda popular
que delibera, encaminha e executa seu pro-
grama: um programa dos de baixo, que
não delega poder a nenhum político de
plantão.
Ou se vota com os de cima ou
se organiza e luta com os de baixo!

As Eleições no Paraná: Nada de novo no horizonte, aqui as mudanças também só podem vir das 
ruas!

No Estado do Paraná, as eleições têm
velhos conhecidos da população. Richa
(PSDB), atual governador, ex-prefeito de Cu-
ritiba no período de 2005 a 2010 e vice no
mandato anterior, faz parte do mesmo grupo
de Lerner. Requião (PMDB) é outro velho co-
nhecido, foi prefeito de Curitiba entre 85-89 e
governador do Estado nos seguintes manda-
tos: 91-94, 2002-2006 e 2006-2010, e inú-
meras vezes senador. Temos por fora Gleisi
(PT) ex-senadora e que até bem pouco tem-
po atrás era ministra da Casa Civil de Dilma.
Cabe destacar que as demais candidaturas,
ou não tem expressão eleitoral, ou mesmo
são candidatos laranja, usados pelas candida-
turas majoritárias para atacar mais covarde-
mente seus adversários. Dentre estas candi-
daturas sem expressão se encontram as can-
didaturas da esquerda reformista, que não
apresentam nenhum com condições de vitó-
ria.

Logo em um primeiro momento, vemos
que as eleições no Paraná não irão provocar
muitas variações, pois conhecemos muito
bem as formas de gerir de Richa e Requião, e
Gleisi, mesmo sem ter ocupado um cargo e-
xecutivo, seguirá a linha do governo federal
como ela mesmo afirma.

Richa é um tucano, logo, adepto às
privatizações. Ele sempre implementa políti-
cas de redução de gastos com serviços em
seus mandatos. Suas gestões são marcadas
também por um aumento do endividamento
das instituições públicas, endividamento que
chega ao cúmulo de fazer com que o Estado
não tenha recursos para abastecer ambulân-
cias e servir merenda nas escolas. Nesta sua
ultima gestão, por exemplo, privatizou a saú-
de (via Organizações Sociais, OS) e fechou
muitas turmas em escolas públicas, sucate-
ando os serviços. No que se refere à crimina-
lização dos movimentos sociais, são pura
"anarquia e vandalismo" e devem ser trata-
dos com o rigor da lei, como o atual governa-
dor afirmou no último debate na Rede Globo.

Requião é famoso por sua retórica a-
gressiva e o tom de denúncia que dá em su-
as campanhas. Quando ganhou a prefeitura
de Curitiba pela primeira vez, sua campanha
se baseou no ataque à máfia do transporte,
a qual se comprometeu em desmontar, mas
a máfia continuou firme. Como governador,
se comprometeu com o fim dos pedágios,
que continuam firmes também. Agora bate
firme nas questões relacionadas à Copel, a-
cusando Richa de abrir muito mais espaço ao
capital privado, o que encarece a energia.
Como vemos, Requião assume um posiciona-
mento reformista radical frente às privatiza-
ções e em defesa dos serviços públicos, to-
davia esse posicionamento nunca vai muito
além do discurso. Porque na prática, governa
sem desfazer os compromissos com as clas-
ses dominantes. Além disso, sua truculência
com os movimentos sociais (em especial sin-
dicatos) é uma marca de seu governo, todos
aqueles que não cedem à cooptação são a-
meaçados, para Requião greve se resolve no
"pau".

Gleisi, como já citamos, nunca ocupou
um cargo executivo e segue a linha do go-
verno federal (PT), linha esta que tratamos
com mais detalhamento no texto sobre a
conjuntura eleitoral presidencial. Em sínte-
se, o PT busca combinar a garantia de lu-
cros aos grandes capitais com o desenvol-
vimentismo, em conjunto com uma porção
pequena de políticas sociais que não per-
passam o fortalecimento dos serviços pú-
blicos, mas sim de uma mísera distribuição
de renda. No que envolve as políticas rela-
cionadas à saúde, educação e transporte
não se diferencia muito do PSDB, afinal as
privatizações apareceram somente com
uma roupagem diferente. Temos como e-
xemplo a EBSERH, uma versão das OS
(que assumiram os Hospitais Estaduais)
para os Hospitais Federais. Na educação, a
linha tem sido a privatização dos recursos
públicos via suplementação para o ensino
privado (ex.: Prouni e Fies). É de se desta-
car que recentemente a candidata assumiu
a linha de frente na luta do agronegócio
contra as comunidades tradicionais, em
especial indígenas, favorecendo o avanço
dos latifundiários sobre os territórios dos povos
tradicionais.

Em relação aos financiamentos, vemos
sempre os grandes capitais como impulsionado-
res destas campanhas. Empresas do pedágio,
Ambev, multinacionais do agronegócio figuram
entre os financiadores das três maiores candi-
daturas. O que de pronta partida aponta que
quem ganhar, com toda certeza irá governar
para os de cima, fazendo das eleições uma ilu-
são de democracia em que o povo escolhe qual
candidato da burguesia irá governar. Nenhum
daqueles possíveis governadores se propõe a
romper com a dívida pública que em 2013 já
consumia 62% do orçamento. Nenhum se pro-
põe a fazer mudanças reais na saúde, educa-
ção, transporte sem romper os laços com os
interesses privados.

Vemos no Paraná os mesmos problemas
das eleições nacionais, não existe espaço para
discussões estratégicas que se refiram à popu-
lação colocadas pelos partidos majoritários, isto
pelo seu atrelamento ao capital, colocando mui-
to pouco ou quase nada de interesse da popula-
ção a ser decidido nas urnas. Não iremos barrar
a privatização e sucateamento da saúde e da
educação por meio do voto nesse ou naquele
candidato, não iremos aumentar os recursos
para este ou aquele serviço público votando,
não combateremos as máfias do transporte e
do pedágio nas urnas. Somente nas ruas, nas
lutas e com muita organização é que podemos
defender os interesses da população!

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Círculo de Estudos Libertários

Em 2014, o CALC vem articulando quatro grupos de
estudos anarquistas, o CEL (Círculo de Estudos Libertá-
rios) realizado em Curitiba e Maringá e o GEL (Grupo
de Estudos Libertários) que acontece em Campo Mou-
rão em dois lugares: na UTFPR e UNESPAR-
FECILCAM. O intuito é discutir temas diversos do a-
narquismo sob a perspectiva do especifismo.
Em Curitiba acontece às últimas terças-feiras do mês,
consulte as datas de Campo Mourão e Maringá em nossa
página!
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CEL Especial: "Como Votam os Anarquistas?"

Nessa quinta-feira, às 19h, teremos uma edição espe-
cial do CEL em Curitiba, com o tema das eleições. A
atividade ocorrerá na sala 205 da Psicologia, no pré-
dio histórico da UFPR.

Apresentaremos nossa análise de conjuntura e em
seguida será aberto o debate sobre as eleições.
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200 Anos Bakunin

Continuaremos apresentando o ciclo de palestras em
homenagem ao bicentenário de Mikhail Bakunin ao
longo do Estado do Paraná. Curitiba, Maringá, Cam-
po Mourão e Londrina já receberam o evento. Ainda
apresentaremos em Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e
Cascavel!
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Contato
Site: http://anarquismopr.org/
Email: coletivodeclasse  riseup.net
Face: https://www.facebook.com/anarquismopr



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