(pt) [Brasil] A FOME , O DESEMPREGO E A PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO E A CORR UPÇÃO POLÍTICA NO GOVERNO CORRUPÇÃO POLÍTICA NO GOVERNO LULA

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Quarta-Feira, 27 de Julho de 2005 - 17:23:27 CEST


A VOZ DO TRABALHADOR
MOVIMENTO DE RECONSTRUÇÃO DA COB - ACAT/AIT
julho/agosto 2005
CONSTRUÇÃO COLETIVA DE PAUTA DE PAUTA DO JORNAL
Estamos preparando o próximo número de A Voz do Trabalhador.
   A Voz do Trabalhador é um jornal de rua em forma de cartaz mural que
tem por finalidade resgatar e sustentar: por cidades, bairros, escolas,
empresas, praças, viadutos, avenidas; espaços livres de comunicação dos
trabalhadores.
   A retomada do nome do jornal A Voz do Trabalhador, como porta-voz da
reconstrução da Confederação Operária Brasileira, foi uma das
resoluções encaminhadas desde o encontro nacional, do dia 1º/05/1986,
na cidade de São Paulo pelo Movimento Libertário Brasileiro, durante as
Jornadas de Protesto comemorativas aos 100 anos de Lutas pela Redução
da Jornada de Trabalho.
   O M.L.B. entendia que as conquistas sociais dos trabalhadores eram
anteriores a criação da C.L.T. (Legislação Trabalhista) e denunciava
que a organização dos trabalhadores sofrera um desgaste profundo na sua
capacidade de lutas que tiveram como origem na destruição militar do
movimento operário; quando os militantes foram perseguidos, presos,
mortos, e ou expulsos do país; os jornais empastelados; as associações,
cooperativas e sedes sindicais ocupadas; e foram fechados os 
sindicatos e federações da C.O.B. que não se submeteram a ditadura de
Getulio Vargas.
O "novo sindicalismo", contrário à luta de classes, que tinha como
objetivo subordinar os trabalhadores aos patrões e ao Estado foi mantido
até os nossos dias.

  Alertava também que a organização voltada para a luta através dos
movimentos ideológicos e de resistência cultural eram insuficientes para
romper com o isolamento e o controle provocado pelo Sistema Capitalista.

E apontava que o novíssimo sindicalismo que surgia do ABC paulista, após
os sucessivos golpes militares, estava despreparado para a emancipação
operária por ser herdeiro de um sindicalismo controlado pelos patrões e
pelo Estado e dividido pelos partidos e as religiões.

   A Classe trabalhadora, está ameaçada hoje além da fome, do desemprego e
dos baixos salários pela perda definitiva e total dos seus direitos
sociais  decorrentes das exigências da precarização do trabalho
estabelecida pela burguesia e pelo FMI.

   Como instrumento de protesto dos trabalhadores A Voz do Trabalhador,
objetiva ser o porta-voz da luta CONTRA TODAS AS MISÉRIAS E CONTRA A
CARESTIA DE VIDA provocadas pelo capitalismo.

 Luta pela libertação do sindicalismo, das ditaduras do Capital e do
Estado que ainda controlam os sindicatos e os tornam dependentes do
Ministério do Trabalho através da Legislação e do Imposto Sindical que
serve para sustentar os pelegos.

   A autonomia dos verdadeiros sindicatos e da C.O.B. a reconstruir é a
única alternativa para a sobrevivência dos trabalhadores e de suas
famílias.

A retomada do verdadeiros sindicalismo e da sua união aos demais
trabalhadores das Américas (A.C.A.T.) e do mundo inteiro (A.I.T./I.W.A.)
tem por finalidade última através da administração e controle do Trabalho,
preparar-nos para a emancipação social da classe trabalhadora.

Se o capitalismo é internacional, é através da nossa união e da
solidariedade internacional é que conseguiremos sobreviver e conquistar
nossa vitória definitiva.

   A Voz do Trabalhador serve: a difusão de idéias, pensamentos,
comunicações, manifestos, charges, fotos, críticas, grafites,
pichações; protestos e manifestações no mundo do trablaho, pois é da
solidariedade na luta contra as injustiças sociais que nasce a força do
trabalhador.

   Sua proposta de expressão pública enquanto jornal mural para o trabalho
de base derivou de várias contribuições; por um lado do Samizdate, um
sistema de publicação clandestina da literatura proibida na URSS; por
outro dos grandes murais com ideogramas dos dissidentes chineses; e
também das experiências de colagens de cartazes, pichações,
panfletagens, da construção de murais livres dos anarkistas e das
experiências com a divulgação dos jornais "O Protesto",  "O Inimigo do
Rei" e do Coletivo Libertário de São Paulo, durante os anos da ditadura
militar de 1964.

   As sugestões de pauta que temos para o próximo número:


1) Relaciona-se a luta contra a fome o desemprego e a precarização do
trabalho já que esse é o contraponto imediato da quebra dos direitos
sociais do trabalhador.


2) O desmascaremento do Governo Lula e dos seus aliados com  a corrupção.


3) A entrada da C.U.T. no Ministério do Trabalho para segurar os
trabalhadores.


   Enfatizamos que nada está pronto e que queremos construir propostas
concretas sobre estes assuntos que poderão ser substituídos e que
outros poderão ser incluídos.



   O formato de A Voz do Trabalhador, permite apenas a divulgação das
idéias centrais, em termos de grandes títulos, das nossas análises e ou
propostas que serão aproveitadas em a Plebe e ou o Syndicalista.



   Tem-se mostrada simpática a idéia de sempre incluir uma charge ou foto
que relaciona o objetivo da mensagem principal.



   Acreditamos que com uma semana para cada uma das tarefas atingiremos os
nossos objetivos de lançar o número de agosto de A Voz do Trabalhador.



   Esperamos o esforço de todos no sentido de enviar sugestões e temas até
o dia 29/07/05, para impressão até o dia 05/08/05 e distribuição e
colagem após essa data.



SINDICATOS REVOLUCIONÁRIO:

NÃO AOS PARTIDOS!



Núcleo Sindical FORGS/COB - ACAT/AIT

Seção A.I.T./I.W.A.



e-mail: forgscob  yahoo.com.br



apoio:

Federação Anarkista do Rio Grande do Sul


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